Fenagro 2025 é aberta em Salvador com expectativa de 200 mil visitantes, até domingo (7) Foto: Thuane Maria/GOVBA O Parque de Exposições de Salvador recebe, até o próximo domingo (7), a 34ª edição da Feira Nacional da Agropecuária (Fenagro). A programação reúne exposições e leilões de animais de alta genética, provas equestres, atrações culturais, gastronomia … Leia Mais
Bahia conquista 28 medalhas na 15ª edição das Paralimpíadas Escolares Foto: Ascom/Sudesb Delegação da Bahia encerrou sua participação na 15ª edição das Paralimpíadas Escolares com um desempenho histórico: 28 medalhas conquistadas nas modalidades de atletismo, goalball, tênis de mesa, bocha e parabadminton. A competição, realizada entre os dias 17 e 28 de novembro, reuniu mais … Leia Mais
‘O Assédio no Serviço Público e os seus Desafios’ é o tema de audiência pública que acontece, nesta segunda-feira, 1º de dezembro, às 9h, na Sala das Comissões Herculano Menezes da Assembleia Legislativa. São esperadas a participação de especialistas na área, como a juíza Adriana Manta, da Comissão de Combate ao Assédio do TRT5, e … Leia Mais
Bahia moderniza Programa de PPPs e apresenta novo manual de governança Foto: Fábio Bouzas O Programa de Parcerias Público-Privadas (PPP) da Bahia deu um novo passo para a modernização e fortalecimento de sua gestão, com o lançamento de um manual de governança, que servirá como referência para todos os órgãos estaduais responsáveis pela condução de … Leia Mais
O Auditório Jornalista Jorge Calmon, da Assembleia Legislativa, vai abrigar, nesta segunda-feira, 1º de dezembro, às 9 h, a cerimônia de certificação do Projeto Elas à Frente da Pesca, iniciativa liderada pela Secretaria estadual de Política para as Mulheres (SPM), em parceria com a Bahia Pesca, que promove valorização e o fortalecimento das mulheres que … Leia Mais
A Assembleia Legislativa da Bahia realizou nesta sexta-feira (28), no Auditório Jornalista Jorge Calmon, a audiência pública “Desafios das Ações Afirmativas na Bahia e no Brasil”. Autoridades estaduais, representantes das universidades, dirigentes estudantis e de movimentos sociais participaram do ato pela celebração do Novembro Negro, uma proposição da vice-presidente da ALBA, deputada Fátima Nunes (PT), que reafirmou a luta por mais investimentos.
“Estamos encerrando o Novembro Negro debatendo ações afirmativas de políticas públicas que, ao longo do tempo, foram sendo conquistadas com muito empenho do povo negro, mas é preciso investir mais na educação, na oportunidade de gerar empregos e na capacidade de empreender. Precisamos de uma legislação que assegure, todos os anos, recursos necessários no orçamento público para avançar nas políticas de reparação”, afirmou a petista.
Na abertura dos trabalhos, a cantora Savannah Lima e o violonista Rudnei Monteiro fizeram uma apresentação musical, interpretando a composição “Tempo Rei”, de Gilberto Gil. Em seguida, foi exibido um vídeo institucional com as ações afirmativas desenvolvidas pela Secretaria da Promoção da Igualdade Racial e dos Povos de Comunidades Tradicionais. Em pronunciamento, a titular da Sepromi, Ângela Guimarães, lembrou das atividades que marcaram em Salvador a celebração do mês dedicado à Consciência Negra e destacou a parceria com o Parlamento baiano.
“Queremos agradecer a esta Casa Legislativa, que sempre acolhe e incorpora, na sua agenda institucional cotidiana, as demandas e os desafios de enfrentamento ao racismo, da construção de legislações, como o Estatuto da Igualdade Racial e o Combate à Intolerância Religiosa, leis que contribuem para esse arcabouço potente do Estado da Bahia”, frisou. A chefe da pasta citou o sistema de cotas para estudantes e a reserva de vagas em concursos públicos federais como parte das políticas afirmativas. Ela alertou, no entanto, que uma das principais lutas atuais é pela aprovação da PEC/27, em tramitação no Congresso Nacional, que cria o Fundo Nacional de Reparação Econômica e Promoção da Igualdade Racial. “Na Marcha das Mulheres Negras, ocorrida na última terça-feira, 25 de novembro, em Brasília, mostramos que, sem orçamento, não há execução de política pública densa. Queremos política de reparação para assegurar financiamento estável”, manifestou a secretária.
LEGADO
A reitora da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Adriana Marmori também destacou a importância da Marcha das Mulheres Negras, salientando que “foi um ato político, um legado que todos precisam transformar em ações efetivas”. A professora observou que falar de ações afirmativas “é reiterar processos históricos, como a luta de homens e mulheres negras pela Independência da Bahia, é também pensar que a Uneb foi a primeira universidade pública do Brasil a implantar o sistema de cotas raciais”.
Cássia Maciel, pró-reitora de Ações Afirmativas e Assistência Social da Universidade Federal da Bahia (Ufba), preferiu realçar o acerto histórico deste tipo de política pública no Brasil. “Precisamos celebrar essas ações afirmativas a partir de uma política robusta de avaliação, procurando saber quantos são os formandos, em que áreas de trabalho se encontram, onde estão agora essas pessoas graduadas”, questionou a pró-reitora. “Esse levantamento é extremamente importante para a gente apresentar o mapa do sucesso, apontando para a sociedade, dizendo como houve resultados e avanços significativos para o país nos últimos anos”, pontuou Cassia.
Desde agosto passado, uma jovem negra do bairro de Tancredo Neves, na capital baiana, foi eleita presidente da União dos Estudantes da Bahia (UEB). Átina Batista, nascida em Feira de Santana, é formada em Administração e atualmente faz bacharelado Interdisciplinar em Artes com Foco em Cinema e Audiovisual pela Ufba. Atua ainda como diretora-geral do projeto “Periferia do Futuro”, que profissionaliza jovens negros no universo da moda. Para quem é contra cotas, reserva de vagas e políticas afirmativas em favor dos negros, a líder dos estudantes pergunta: “Quantos sonhos de jovens foram desfeitos, quantos precisaram morrer para que hoje tivéssemos ações afirmativas. E os novos desafios não serão superados enquanto tiver redução do PIB da educação, um retrocesso histórico para uma antiga conquista”, lamentou.
Participaram também da audiência pública as seguintes personalidades: Daniele Costa, chefe de gabinete da Sepromi; Dina Maria Rosário, pró-reitora de políticas afirmativas da Uneb; a coordenadora do Núcleo de Equidade Racial da Defensoria Pública Estadual, Raquel Malta; além do sociólogo Aílton Ferreira, único homem na composição da mesa de honra. O ato de Celebração do Novembro Negro foi encerrado com uma música de exaltação a Zumbi dos Palmares, o Senhor da Terra, líder que comandou o Quilombo de Palmares, no Estado de Alagoas, no final do século XVII.
Em indicação apresentada na Assembleia, o deputado Manuel Rocha (UB) sugere que o governador Jerônimo Rodrigues determine aos órgãos competentes do Poder Executivo estadual a realização de estudos técnicos e administrativos voltados à redução da tarifa de esgotamento sanitário, praticada pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), fixando-a em 40% do valor da tarifa de consumo de água, em todos os municípios baianos.
Na justificativa da proposição, o deputado diz que o objetivo “é promover uma maior justiça tarifária e equilíbrio econômico no serviço de esgotamento sanitário prestado pela Embasa”. O presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural da ALBA explica que, atualmente, a tarifa de esgotamento “é fixada em 80% do valor do consumo de água, percentual considerado excessivo, diante da realidade econômica da maioria das famílias baianas, sobretudo aquelas de baixa renda”.
De acordo com Manuel Rocha, a cobrança tem gerado impacto significativo no orçamento doméstico e não reflete, de forma proporcional, o custo efetivo dos serviços prestados. “A proposta de redução para 40% do valor da tarifa de consumo de água representa medida de equidade social e econômica, capaz de aliviar as despesas das famílias, estimular o consumo consciente de água e favorecer a economia local, sem comprometer a sustentabilidade financeira da empresa pública”, finalizou o deputado.
A situação da doença falciforme no Estado foi tema de audiência pública conjunta realizada na manhã desta quinta-feira, na Sala das Comissões Herculano Menezes, da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), tendo como proponentes a deputada Fabíola Mansur (PSB), na Comissão de Saúde e Saneamento, e o deputado Hilton Coelho (Psol), na Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público.
A audiência, que marcou também os 20 anos da política nacional de saúde integral das pessoas com doença falciforme, apontando avanços e desafios no atendimento a pacientes com a enfermidade na Bahia, contou com a participação de representantes da Secretaria de Saúde, da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), do Centro Estadual de Referência em Tratamento à Doença Falciforme, da Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba), do Ministério Público e de pessoas com doença falciforme.
Em sua fala de abertura, a deputada Fabíola Mansur destacou o fato de a doença falciforme ser hereditária, que acomete sobretudo a população negra e causa inúmeros transtornos, fortes dores e é responsável por grande mortalidade no estado, onde se concentra a maior população negra do país. Disse ainda que era necessário falar dos avanços e dos desafios para dar acesso à informação, ao diagnóstico, ao tratamento, não apenas na capital, mas no interior da Bahia.
Fabíola apontou a importância do SUS nos avanços em torno do diagnóstico e do tratamento de doença falciforme e falou do racismo estrutural, que, segundo ela, está por trás de ausências de acesso a saúde de qualidade, a diagnóstico e tratamento da doença.
O deputado Hilton Coelho cumprimentou a frente formada por associações de pessoas com doença falciforme, que fez a provocação para a realização da audiência pública, e destacou a importância do tema para a Bahia. “É um estado que tem um peso gigantesco da população negra e, portanto, com a ausência de iniciativas do poder público, de fato a doença falciforme é algo extremamente grave”, afirmou.
Hilton destacou a gravidade do problema na Bahia, onde uma criança a cada 650 nascem com a doença falciforme e 17 em cada mil carregam traço. “Existe uma objetividade já constatada. Claro que nós precisamos trabalhar na geração de dados também, para o enfrentamento da problemática. Mas nós já temos dados na Bahia que são significativos”, explicou o deputado, que também argumentou sobre a necessidade de se potencializar o Centro Estadual de Referência em Tratamento à Doença Falciforme, “para que ele seja uma referência para o Brasil”, e de se ter também centros regionalizados, tendo o estado como indutor dessa política nos municípios.
Ficou a cargo de Altair Lira, coordenador de relações institucionais do Centro Estadual de Referência em Tratamento à Doença Falciforme Rilza Valentim traçar um histórico da doença falciforme na Bahia e no mundo. De acordo com informações trazidas por ele, são 500 mil casos novos casos de doença falciforme no mundo por ano, 89% deles no continente africano. Ele argumenta ainda que, apesar de ser uma doença mundial, não está na pauta da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Organização Panamericana de Saúde. “É praticamente cada um país se virando e fazendo sozinho a sua política”.
Ele informou que, até 2001, não se tinha dados sobre a doença. “Hoje, se sabe que é um caso em 650 nascimentos na Bahia, um em 1.200 no Rio de Janeiro e um em 1.400 em Pernambuco”, apontou Altair, dizendo que em Cachoeira, no Recôncavo, a incidência é de um caso para cada 137 nascimentos, um para 247 em Cabaceiras do Paraguaçu, um para 252 em Cruz das Almas. “Daí a importância de se criar centros regionais na Bahia, como Hilton disse”, explicou.
Após relatos comoventes de representantes de associações de pessoas com doença falciforme de várias regiões e de um debate profícuo com representantes de órgãos públicos, a deputada Fabíola Mansur proferiu os encaminhamentos derivados da audiência pública. Entre eles, a busca por dignidade e equidade no atendimento a pessoas com a doença, “reconhecendo que o racismo estrutural é determinante das condições de saúde da população negra”. A segunda proposição seria a criação de uma frente parlamentar para debater a saúde da população negra interdisciplinarmente, com todos os movimentos sociais, representações do Ministério Público, da Sesab, da Sepromi, da Hemoba, da Secretaria da Educação, do Conselho Estadual de Secretários de Saúde da Bahia (Cosems).
Os encaminhamentos trazem ainda uma cobrança para que o Centro Estadual de Referência faça um matriciamento dos dados da doença, alinhando dados da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e do Cosems. Para superar a subnotificação de dados, também está listada, entre os encaminhamentos da audiência, a importância de se realizar o censo de pessoas com a enfermidade, orientando profissionais de saúde sobre a notificação compulsória do CID D57.
A sugestão a entidades médicas para que seja obrigatório o ensino da hematologia na graduação de medicina, o uso de telemedicina, para organizar melhor o fluxo de atendimentos em todo o estado, e a descentralização do atendimento aos pacientes com a doença falciforme, regionalizando a atenção de saúde, também foram ações citadas pela deputada Fabíola Mansur, que disse que um relatório com os dados da audiência seria preparado para ser encaminhado aos órgãos de saúde e às secretarias, que tratariam o tema de forma transversal.
Também participaram da audiência pública Antônio Purificação, coordenador de promoção da equidade em saúde da DGC/Sesab, Michael Carmo, diretor-geral de gestão das unidades próprias da Sesab, Noemia Neves, coordenadora-geral da Frente das Associações de Pessoas com Doença Falciforme, Taíse Rosário, representante da Associação de Valença e Baixo Sul, o promotor Carlos Martel, representando o Ministério Público do Estado da Bahia, Naianne Dias Costa, representando o Conselho Estadual de Saúde e a Associação Baiana das Pessoas com Doença Falciforme (Abadfal), e o diretor da Hemoba, Luiz Gonzaga Catto.
Hospital Geral de Vitória da Conquista ganha serviço de radioterapia e será ampliado com investimento de R$ 84 milhões
Foto: Joá Souza/GOVBA
O Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), no Sudoeste baiano, ganhou um novo serviço de radioterapia. A unidade foi inaugurada nesta sexta-feira (28) pelo governador Jerônimo Rodrigues, a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, e o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, que também autorizaram obras de ampliação e qualificação da rede regional de saúde.
O novo equipamento de radioterapia do HGVC recebeu investimento federal de R$ 15,3 milhões e passa a permitir a realização de cerca de 18 mil sessões por ano, além de mais de 9 mil consultas anuais. A unidade passa a ser referência para pacientes das regiões de Vitória da Conquista, Itapetinga e Brumado, com agendamento feito pelo Sistema de Regulação Ambulatorial do Governo do Estado.
“Um investimento de R$ 15 milhões numa unidade que pode prolongar a vida ou curar muita gente. Nós queremos que cada pessoa, em cada canto das regiões desse estado, saiba que o trato e o cuidado vão ser feitos”, destaca o governador Jerônimo Rodrigues.
Com a entrada em funcionamento do serviço, a região Sudoeste reduz a dependência de unidades localizadas em Salvador e em outros polos, encurta o tempo entre diagnóstico e início do tratamento e diminui o deslocamento de pacientes e acompanhantes.
“Esse tipo de equipamento não existia no interior da Bahia. Hoje, nós temos orgulho de dizer que todas as regiões do Estado têm tratamento cardíaco, hemodinâmica, tratamento oncológico, cirurgia cerebral. Atualmente, a Bahia tem 56 hospitais próprios para atender essa demanda, evidente que isso requer um investimento gigantesco”, considerou o ministro Rui Costa.
A secretária Roberta Santana lembra que o câncer faz parte da política de centralização e interiorização da alta complexidade na Bahia. “Essa radioterapia muda o cenário do tratamento oncológico, porque permite que tudo seja feito aqui, completando o ciclo assistencial de um paciente. O que a gente faz é aproximar a população do tratamento, descentralizando e regionalizando o cuidado, fortalecendo e qualificando cada vez mais a rede assistencial do Estado”, conclui.
Reforma
Jerônimo Rodrigues autorizou a licitação para a reforma e ampliação do HGVC. O projeto contempla uma nova emergência, onze salas cirúrgicas, incluindo sala de hemodinâmica, e 40 novos leitos de UTI. O valor da obra é estimado em R$ 84,36 milhões. Também foi autorizado o projeto de reforma e ampliação do Núcleo Regional de Saúde, com investimento previsto de R$ 8 milhões. Foi dada, ainda, permissão para que a Secretaria da Saúde (Sesab) ceda equipamentos para a Santa Casa de Misericórdia.
O secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, reconheceu o avanço da Bahia na área. “O que foi feito na Bahia nesses 18 anos é algo espetacular. Esse é o diagnóstico do Ministério da Saúde, de alguém que compreende esse processo”. Mozart lembrou a criação do Hospital de Cuidados Paliativos, o Hospital Ortopédico, a unidade entregue em Lauro de Freitas, as policlínicas.
Fonte: Ascom/Sesab com informações de Anderson Oliveira/GOVBA
Conselho Estadual de Comunicação discute ações estratégicas durante reunião
Foto: Thuane Maria/GOVBA
O Conselho Estadual de Comunicação Social da Bahia se reuniu na manhã desta quinta-feira (27), na Secretaria de Comunicação Social (Secom), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. Em debate, temas estruturantes para o setor, como aperfeiçoamento do Plano Estadual de Comunicação Social, incluindo as diretrizes para a realização da 2ª Conferência Estadual de Comunicação e a eleição do Conselho.
O encontro contou pela primeira vez com a participação do secretário de Comunicação, Marcus Di Flora, marcando um momento de aproximação entre a gestão estadual e o órgão responsável por fortalecer as políticas públicas de comunicação no estado. Di Flora ressaltou a relevância do Conselho como instância essencial para o planejamento das ações governamentais na área.
“Por representar amplos setores da sociedade, o Conselho tem uma pauta muito vigorosa, tratando temas que vão desde a democratização do acesso à informação aos outros que afligem a sociedade como a regulamentação das bigtechs, o combate às fake News e outros”, destacou o secretário.
Na ocasião, também ficou definida uma reunião extraordinária e a eleição do conselho em 2026. “Eu acho que é de extrema importância para a Bahia e para o Brasil também ter uma política de democratização da comunicação, da inclusão social, do auxílio aos governos, uma política que satisfaça as minorias também. Então, nesse sentido a gente tem grande expectativa”, pontuou o diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários, Adelmo Andrade. Entre os participantes, representantes das secretarias estaduais, sindicatos do Jornalismo, Saúde e Bancários, Irdeb, CUT, Facom/UFBA, TV Kirimurê.
Sobre o Conselho
O Conselho de Comunicação Social do Estado foi regulamentado em maio de 2011 e teve o regimento interno aprovado em março de 2012. A Bahia é pioneira na criação do órgão, previsto na Constituição Federal de 1988, e também nas constituições estaduais. De caráter consultivo e deliberativo, o Conselho é composto por 27 membros, sendo sete do poder público e 20 da sociedade civil.
Entre as funções do órgão, estão a proposição de medidas para o aperfeiçoamento da Política Estadual de Comunicação Social, a atuação em defesa dos direitos da sociedade baiana ligados ao segmento e a articulação de ações para que a distribuição das verbas publicitárias do Estado seja baseada em critérios técnicos de audiência e garanta a diversidade e pluralidade.