Entre os dias 2 e 6 de fevereiro, a Fundação Pedro Calmon (FPC/Secult-Ba), por meio do Centro de Memória da Bahia e do projeto Nossas Memórias, realiza uma série de ações no Território de Identidade Velho Chico, com o objetivo de mapear, registrar e valorizar acervos, histórias e memórias que compõem o patrimônio cultural da região.
A iniciativa percorre os municípios de Paratinga, Ibotirama, Oliveira dos Brejinhos, Barra, Riacho de Santana e Bom Jesus da Lapa, promovendo o levantamento de acervos privados de interesse público e social. Durante o período, a equipe técnica do projeto irá identificar documentos, fotografias, objetos e registros diversos que narram a trajetória histórica e cultural das comunidades ribeirinhas e sertanejas do Velho Chico.
O mapeamento, que acontece entre os dias 2 e 5 de fevereiro, busca reconhecer a memória como patrimônio vivo, fundamental para a construção da identidade territorial e para a formulação de políticas públicas de preservação e salvaguarda cultural.
As atividades culminam no dia 6 de fevereiro, com a realização do Encontro Territorial – Histórias e Memórias do Velho Chico, a partir das 8h30, no Centro do Saber, localizado na Avenida 25 de Junho, no centro de Paratinga. A programação contará com abertura do prefeito Tom Santana, seguida de mesa-redonda com gestores e representantes da área cultural dos municípios participantes.
O encontro se configura como um espaço de escuta, diálogo e troca de experiências, reforçando a importância da memória como eixo estruturante para o desenvolvimento cultural dos territórios. A programação será encerrada com apresentação do Grupo Zabumba Alecrim, celebrando as tradições populares da região.
O projeto Nossas Memórias seguirá com ações em outros territórios de identidade da Bahia, passando por Belmonte (23 a 25/02), Amargosa (26 a 28/02), Jacobina (2 a 4/03), Irará (5 a 7/03), Jaborandi (9 a 13/03), Boquira (16 a 18/03), Itaberaba (23 e 24/03), Jaguarari (25 a 27/03) e Santa Rita de Cássia (30/03 a 1º/04), assegurando que a diversidade cultural baiana seja registrada, preservada e reconhecida como legado para as futuras gerações.
Fonte: Ascom/FPC





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