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Fátima Nunes participa do lançamento de ações governamentais para o carnaval


A presidente em exercício, deputada Fátima Nunes, representou a Assembleia Legislativa, na tarde desta quarta-feira (11), no lançamento das ações de cuidado, proteção social e segurança alimentar, promovidas pelo Governo do Estado para o Carnaval da Bahia 2026. Secretários estaduais, promotores públicos, dirigentes de movimentos sociais, grupos de teatro, pais e muitas crianças participaram do evento, na Praça do Jardim do Campo Grande, próximo do Monumento ao Caboclo. Com ações estratégicas na área de segurança nutricional, enfrentamento ao trabalho infantil e exploração sexual durante a folia, o projeto é desenvolvido pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades).

Em breve pronunciamento, a deputada Fátima Nunes lembrou que o carnaval de Salvador é a maior festa popular de rua do planeta, reunindo milhões de pessoas durante os seis dias de folia. Ela salientou que baianos e turistas precisam de cuidados e proteção dos poderes públicos para brincar na festa com tranquilidade. “Nesta multidão, estão cordeiros, ambulantes, catadores de material reciclável, mototaxistas, crianças e adolescentes. Muitos deles trabalham servindo à população e necessitam de atenção e apoio social dos órgãos públicos. Essas ações integradas visam garantir os direitos do povo e contam com o total apoio da Assembleia Legislativa”, ressaltou a presidente em exercício da ALBA.

A mobilização contra o trabalho infantil nos circuitos do carnaval e a luta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes foram destacadas pelo secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Augusto Vasconcelos. O titular da pasta enalteceu ainda o papel da Casa Legislativa da Bahia na garantia dos recursos para a realização de um carnaval com mais segurança alimentar e atenção social. “Nossa deputada Fátima Nunes, presidente em exercício, sabe quanto a Assembleia tem tido um papel importante para que a gente tenha orçamento, aprovando leis e construindo caminhos para que a Bahia seja reconhecida com um dos estados que mais investem na política de cuidados com o carnaval”, declarou o gestor estadual.

A secretária Fabya Reis, da Seades, informou que diversas equipes itinerantes vão atuar nos principais pontos dos circuitos da festa. Disse também que a campanha “Proteja Bahia” retorna com a ação de defesa das crianças e adolescentes, com abordagens de sensibilização e monitoramento dos casos de violação de direitos. Outro programa, o “Corra pro Abraço” seguirá realizando atendimento e distribuindo kits de cuidado e redução de danos, contendo itens de higiene pessoal, preservativos e água mineral para a população em situação de rua e ambulantes, entre outros segmentos. Haverá fornecimento de alimentação para catadores de materiais recicláveis, ambulantes e cordeiros. As ações integram o Programa Bahia sem Fome e acontecem em parceria com o Corpo de Bombeiros, Voluntárias Sociais e Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e Setre.



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Sepromi lança ações para o Carnaval 2026 e apresenta Zuri, ferramenta de denúncias via WhatsApp


Sepromi lança ações para o Carnaval 2026 e apresenta Zuri, ferramenta de denúncias via WhatsApp

Foto: Matheus Veríssimo

Na tarde desta terça-feira(10), a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia (Sepromi) lançou o conjunto de ações que serão desenvolvidas durante o Carnaval 2026. O lançamento aconteceu na Casa da Igualdade Racial, no Pelourinho, com destaque para a ampliação dos canais de denúncia e acolhimento às vítimas durante a festa popular, através da criação da Zuri, uma ferramenta de atendimento digital integrada ao WhatsApp do Centro de Referência em Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela (CRNM).

A tecnologia, que passa a ser um dos principais canais de recepção de denúncias durante o período carnavalesco, é baseada em inteligência artificial e permite que vítimas e testemunhas registrem ocorrências de racismo ou intolerância religiosa de forma remota, segura e acessível, 24 horas por dia, por meio do número (71) 3117-7448. Durante o atendimento a população encontrará link direto para registro do Boletim de Ocorrência na Delegacia Virtual, além de contatos do CRNM para atendimento jurídico, psicológico e social , realizados pela equipe multidisciplinar que acompanha os casos , garantindo o devido encaminhamento e suporte às vítimas.

A ferramenta realiza o registro inicial das denúncias, coleta informações essenciais sobre a ocorrência, oferece orientações automáticas e encaminha os casos para acompanhamento da equipe multidisciplinar do Centro, fortalecendo a rede de proteção às vítimas. Além disso, a Zuri busca subsidiar a atuação interinstitucional da Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, ao facilitar a articulação entre o CRNM, a Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (DECRIN) e demais órgãos parceiros,ampliando a visibilidade das políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial e fortalecendo a confiança da população nas instituições públicas e em seus mecanismos de denúncias.

Batizada como Zuri – nome de origem africana, da língua suaíli, que significa “bonita” ou “pessoa boa”, a ferramenta simboliza os valores de acolhimento, cuidado, dignidade e respeito que orientam o trabalho do Centro de Referência Nelson Mandela. Além de humanizar o primeiro atendimento às vítimas, a tecnologia registra os dados de forma estruturada, possibilitando a organização das informações para análise técnica, a geração de relatórios e indicadores internos e o subsídio à formulação, ao monitoramento e ao aprimoramento contínuo das políticas públicas de enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa.

A recepção do lançamento contou com a presença do grupo Os Negões, além de reunir representantes do poder público, gestores estaduais e integrantes de diversos órgãos e instituições parceiras da política de promoção da igualdade racial. O encontro marcou o compromisso do Estado da Bahia com o enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa.

Postos fixos nos principais circuitos
Ao longo do Carnaval 2026, a Sepromi contará com uma ampla estrutura de atendimento em Salvador. Haverá postos fixos de acolhimento na Praça Municipal, com um stand do Centro de Referência, e também na Casa da Igualdade Racial, no Pelourinho, atendendo aos circuitos do Centro Histórico. Na Avenida Sete, o atendimento será realizado por meio do Plantão Integrado em Direitos Humanos, funcionando na sede do Procon, na Avenida Carlos Gomes. Já na Barra, o Plantão Integrado atuará em ponto específico situado na Avenida Centenário, no canteiro central, em frente ao Shopping Barra. Em Ondina, o atendimento será oferecido pela Unidade Móvel do Centro de Referência Nelson Mandela, posicionada em frente ao Colégio ISBA.

A Sepromi também atuará no monitoramento e na qualificação dos dados sobre ocorrências de racismo, por meio da integração das informações ao Observatório Municipal, iniciativa que contribui para diagnósticos mais precisos e para o aprimoramento contínuo das políticas públicas de promoção da igualdade racial.

Atuação ampliada no interior da Bahia
As ações da Sepromi não se restringem à capital. Durante o período carnavalesco, a secretaria amplia sua presença institucional para dez municípios do interior da Bahia, entre eles Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro, Rio de Contas, Maragogipe e Vera Cruz. Equipes volantes atuarão garantindo acolhimento inicial, orientação e encaminhamento adequado das denúncias também fora de Salvador.

Ouro Negro 2026
O edital Ouro Negro, realizado em parceria com a Secretaria de Cultura (Secult), representa um investimento histórico de R$ 17 milhões, destinados ao apoio de 138 projetos de entidades de matriz africana e blocos de índio. Entre as iniciativas contempladas está o Bloco Varanda das Pretas, no Circuito Riachão, que fortalece a visibilidade das mulheres negras e reafirma o Carnaval como espaço de afirmação da cultura afro-brasileira.

Fonte: Ascom/Sepromi


Em ritmo de Carnaval, estações do metrô recebem ações de cuidado e combate à exploração infantil


Em ritmo de Carnaval, estações do metrô recebem ações de cuidado e combate à exploração infantil

Foto: Joá Souza/GOVBA

Ações de sensibilização para a proteção de crianças e adolescentes durante o Carnaval marcaram, nesta terça-feira (10), a circulação de passageiros nas estações Acesso Norte e Lapa, do sistema metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. A iniciativa resulta da parceria entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), e o Metrô Bahia.

Técnicos da rede de assistência, animadores e os personagens Ursinho Atento e Lulu Alerta, mascotes vigilantes da campanha contra a exploração sexual e o trabalho infantil, circularam pelos espaços orientando o público de forma lúdica.

A mobilização faz parte de uma política permanente de proteção à infância e adolescência, que ganha reforço nessa época do ano, quando o fluxo de pessoas cresce e as situações de vulnerabilidade aumentam. A ação mobilizadora também vai acontecer em outras três estações: Aeroporto, Águas Claras e Pirajá. As equipes vão atuar ainda nos circuitos do Carnaval e em pontos estratégicos, como aeroporto, rodoviária e sistema ferry boat. Durante as abordagens, serão distribuídos materiais informativos com orientações e canais de ajuda, como o Disque 100, para denúncias de violações de direitos.

“O Governo do Estado, que faz o maior Carnaval do planeta, também promove ações de proteção social. Em parceria com o Metrô Bahia, distribui materiais informativos para orientar o público, para que tenhamos um Carnaval, que assegure que as crianças e adolescentes sejam protegidos”, destacou a secretária Fabya Reis.

A escolha por locais de grande circulação é estratégica para ampliar o alcance da proteção e facilitar o acesso das famílias à informação, como destacou o supervisor de Estações do Metrô Bahia, Pedro Bispo.

“Nossas crianças precisam ser bem cuidadas e aqui fazemos isso, com essas parcerias, para conseguirmos alcançar um grande público. São ações sociais como essa que potencializam o ganho da gente enquanto sociedade”.

Para quem passa pelo metrô, a iniciativa é vista como essencial e reforça que o Carnaval da Bahia também é espaço de cuidado. A autônoma Andressa Conceição estava com o filho Hernanes, de seis anos, e aprovou a ação. “É muito importante conscientizar as pessoas sobre o que está acontecendo. Enquanto a festa rola, também há casos de exploração sexual, que muitas vezes passam despercebidos no meio da folia. Então é uma boa forma de conscientizar e de chamar atenção”, disse ela.

Repórter: Anderson Oliveira/GOVBA


Hilton Coelho propõe Conferência Estadual sobre o Enfrentamento ao Trabalho Infantil


O deputado Hilton Coelho (PSOL) apresentou, na Assembleia Legislativa, indicação endereçada ao governador Jerônimo Rodrigues, defendendo a convocação urgente de uma Conferência Estadual sobre o Enfrentamento ao Trabalho Infantil, em parceria com o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil da Bahia (Fetipa), com o objetivo de construir, de forma participativa, o Plano Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil.

De acordo com o parlamentar, o trabalho infantil é uma chaga social que persiste na Bahia e revela o fracasso histórico do Estado em garantir direitos básicos às crianças e adolescentes, sobretudo nos territórios marcados pela pobreza, informalidade e ausência de políticas públicas integradas. “Trabalho infantil não é cultura, não é ajuda familiar, é violação de direitos humanos, é roubo de infância e de futuro”, afirma Hilton Coelho.

Os dados evidenciam a gravidade do problema. Segundo o IBGE, a Bahia esteve entre os estados com maiores índices de trabalho infantil no Brasil, ocupando a terceira posição nacional em registros, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. Mais recentemente, análises apresentadas ao Comitê de Proteção Integral aos Direitos Humanos em Festas Populares da Bahia, com base nos dados do Plantão Integrado de Direitos Humanos no Carnaval de Salvador e na Micareta de Feira de Santana de 2025, confirmaram que o trabalho infantil segue sendo, pelo terceiro ano consecutivo, a principal violação de direitos humanos registrada nesses eventos.


“A repetição desses números escancara que ações pontuais não bastam. É preciso política pública estruturante, permanente e construída com participação social”, reforça o deputado. A proposta se fundamenta na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e em tratados internacionais ratificados pelo Brasil, que estabelecem a prioridade absoluta à proteção de crianças e adolescentes. Nesse sentido, a Conferência Estadual é apresentada como um instrumento democrático essencial, capaz de reunir poder público, sociedade civil, especialistas e movimentos sociais para formular soluções concretas.

A parceria com o Fetipa, reconhecido por sua atuação histórica e técnica no enfrentamento ao trabalho infantil, garante solidez política e compromisso social ao processo. A partir das deliberações da Conferência, o Plano Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil permitirá definir metas claras, estratégias intersetoriais e mecanismos de monitoramento e responsabilização.

“O Estado da Bahia precisa escolher de que lado está: do lado da exploração ou do lado da infância protegida. Não há neutralidade possível quando crianças são forçadas a trabalhar. Reafirmamos nosso compromisso do mandato com a defesa intransigente dos direitos humanos, a justiça social e a construção de uma Bahia que não naturalize a exploração infantil e assegure às suas crianças e adolescentes o direito de viver, estudar e sonhar”, conclui Hilton Coelho.

Reportagem: Carlão de Oliveira
Edição: Franciel Cruz



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Projeto-piloto de controle populacional de cães da Seagri desperta interesse de outros consórcios baianos


Projeto-piloto de controle populacional de cães da Seagri desperta interesse de outros consórcios baianos

Foto: Tiago Dantas/Seagri

Projeto-piloto de controle populacional de cães da Seagri desperta interesse de outros consórcios baianos

A repercussão do projeto-piloto do programa de controle populacional de cães realizado nos territórios da Bacia do Jacuípe e Sisal levou novos consórcios a procurarem a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (SEAGRI) para aderir à iniciativa. A informação foi apresentada nesta terça-feira (10), durante reunião de acompanhamento do programa realizada no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador.

As regiões pioneiras do projeto-piloto estiveram representadas no encontro pelos presidentes dos consórcios: a prefeita Pró Ninha, de Lamarão (Sisal), e o prefeito Silvaldo Rios, de Capim Grosso (Bacia do Jacuípe), além de assessores e técnicos da secretaria.

Promover o bem-estar animal, a saúde pública e fortalecer a convivência harmoniosa entre comunidades rurais e cães comunitários são os principais objetivos do programa. Para o secretário Pablo Barrozo, o controle populacional contribui ainda para reduzir ocorrências de ataques predatórios.

“Estamos construindo uma política pública que equilibra o cuidado com os animais e a proteção da atividade produtiva no campo. O comprometimento dos consórcios tem sido fundamental para alcançarmos esses resultados, e isso inspira outros territórios a seguirem esse mesmo caminho”.

Durante a reunião, foi apresentada uma prestação de contas parcial do trabalho desenvolvido até o momento nos dois consórcios. O projeto está estruturado em duas fases, e ambos os territórios avançam na execução conforme as especificidades de cada região. O encontro também serviu para alinhar estratégias operacionais e acompanhar o andamento das ações em cada território.

No aspecto operacional, o programa conta com castramóveis itinerantes para realizar mutirões veterinários nos municípios atendidos. O programa mantém ainda convênios com clínicas veterinárias locais, ampliando a capacidade de atendimento para o controle populacional de cães nas comunidades.

Lançado em 2025, o programa conta com investimento de R$ 5 milhões do Governo da Bahia e tem como meta a castração cirúrgica de cerca de 10 mil cães em 36 municípios do Semiárido. Além das castrações, a iniciativa inclui vacinação antirrábica, microchipagem para rastreamento e campanhas educativas sobre guarda responsável de animais.

Fonte: Ascom/Seagri