SEC lança formação para fortalecer ações de diversidade nas escolas

SEC lança formação para fortalecer ações de diversidade nas escolas Foto: Divulgação Docentes das universidades estaduais baianas e da rede estadual de Educação Básica podem se candidatar, entre 6 e 13 de outubro, para atuar como professor formador no Programa de Formação Continuada de Docentes da Educação Básica em Gênero, Raça, Etnia e Sexualidade (PROGRES). … Leia Mais


Setur-BA intensifica promoção do turismo baiano em âmbito regional, nacional e internacional

Setur-BA intensifica promoção do turismo baiano em âmbito regional, nacional e internacional Foto: Ascom/Setur-BA A Secretaria de Turismo da Bahia (Setur-BA) participou da FIT América Latina, no Espaço La Rural, em Buenos Aires (Argentina), a maior feira turística do mercado latino-americano. Encerrada na terça-feira (30), em quatro dias de programação, ela registrou 1,7 mil expositores, … Leia Mais


Fabrício Falcão presta homenagem a Michel Hagge

O deputado Fabrício Falcão (PC do B) lamentou o falecimento do ex-parlamentar estadual, Michel José Hagge Filho, aos 97 anos, ocorrido nesta quarta-feira (1º), em Vitória da Conquista, onde estava internado. Por meio de uma moção de pesar apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), reconheceu os serviços prestados por Hagge na vida pública.  A … Leia Mais


Sesab aprova Plano de Integridade Pública da Saúde e cria Comitê de Ética

Sesab aprova Plano de Integridade Pública da Saúde e cria Comitê de Ética Foto: Jamile Amine- Ascom/Sesab A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) aprovou, na quarta-feira (1º), o Plano de Integridade Pública, iniciativa inédita que estabelece uma nova forma de relação entre a gestão da saúde, os trabalhadores e trabalhadoras e a … Leia Mais



Pedro Tavares lamenta morte de Michel Hagge


O deputado Pedro Tavares (UB) lamentou o falecimento de Michel Hagge, ex-prefeito de Itapetinga por três mandatos e ex-deputado estadual na Assembleia Legislativa, onde exerceu dois mandatos. O parlamentar apresentou uma moção de pesar na Casa Legislativa em homenagem ao líder político, que faleceu, nesta quarta-feira (1º), em um hospital de Vitória da Conquista.

“Foi com profunda tristeza que recebi a notícia do falecimento do querido amigo Michel Hagge, o nosso eterno ‘Guabiraba’. Tive a honra de conhecê-lo há 25 anos e sempre admirei sua trajetória como grande líder político de Itapetinga. Foi uma pessoa que acompanhei de perto, também como pai do atual prefeito Eduardo Hagge, da saudosa amiga, ex-deputada estadual Virgínia Hagge e como avô do ex-prefeito Rodrigo Hagge. Ficam as fortes lembranças de sua amizade, do respeito e da admiração que nutríamos. Michel era muito admirado pela sua determinação e amor pela cidade, sempre buscando o desenvolvimento de Itapetinga”, ressaltou.

Tavares relembrou a trajetória de Michel, destacando importantes obras realizadas em suas gestões, como a construção de casas populares, da Central de Abastecimento, do Parque Poliesportivo da Lagoa e do CAIC Paulo Hagge, além da inauguração de mais de 10 escolas municipais e das obras de pavimentação e saneamento que melhoraram a vida da população de Itapetinga.

“Michel foi um homem público exemplar, que levou desenvolvimento à região e será sempre lembrado por sua liderança, generosidade e honradez. Que Deus receba sua alma e conforte toda a sua família neste momento de dor e saudade. Nossos sentimentos à família, à sua esposa e companheira de vida, Iracema, ao seu filho, netos e bisnetos. Minha solidariedade e carinho, neste momento, também a todos os amigos e amigas de Itapetinga”, enfatizou Tavares.



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Mais de 4 mil brasileiras apontam os rumos das políticas públicas para as mulheres no país, na 5ª CNPM, em Brasília


Mais de 4 mil brasileiras apontam os rumos das políticas públicas para as mulheres no país, na 5ª CNPM, em Brasília

Foto: Cláudia Oliveira- Ascom/SPM

Mais de 4 mil brasileiras apontaram, na quarta-feira (1), os rumos para as políticas públicas que contemplem a diversidade e às necessidades das mulheres no Brasil. No terceiro e último dia da Conferência de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM) foi realizada a plenária final com as propostas construídas e que envolvem avanços em diversas questões como autonomia econômica, justiça de gênero e étnico-racial; mudança do clima; violência política; saúde; educação; violência contra as mulheres; equidade salarial; e maior participação feminina na política e em cargos de comando.

Essas propostas irão compor a Plataforma das Mulheres do Brasil para subsidiar a elaboração e a implementação do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, consolidando o tema da conferência: “Mais democracia, mais igualdade e mais conquista para todas”.

A chefa de gabinete da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado (SPM), Neia Bastos, fez um balanço desse processo e da participação das delegadas da Bahia. “Estamos saindo de Brasília com o coração cheio de esperança. Estivemos aqui com quase 300 mulheres da Bahia, das cidades, do campo, das águas, das florestas, indígenas, quilombolas, idosas, lésbicas, bissexuais, transexuais, jovens e mulheres com deficiência, que se engajaram e participaram, com muito compromisso, desta construção por mais garantia de direitos para todas nós”, afirmou.

Gildeane Mota, da Rede de Mulheres Pintadas, falou sobre a emoção de vivenciar esse momento histórico. “Estivemos aqui somando forças com todas as mulheres do Brasil. Estamos levando muito comprometimento com o bem-estar e com o processo de desenvolvimento de todas as mulheres em sua diversidade”, destacou.

Norilde José da Silva, de Guiné-Bissau, representando o coletivo de Mulheres Africanas na Bahia e delegada da conferência livre, falou sobre o seu sentimento. “Levo dessa conferência a certeza de que a justiça de gênero e a justiça étnico-racial caminham juntas e ter a participação das mulheres africanas nessa conferência reforça a importância de a gente incluir os saberes africanos dentro dos currículos educacionais brasileiros para garantir uma sociedade mais justa e decolonial”, afirmou.


Colégio de Tempo Integral de Catu passa a integrar a Rede de Escolas Associadas da Unesco


Colégio de Tempo Integral de Catu passa a integrar a Rede de Escolas Associadas da Unesco

Foto: Arquivo pessoal

O Colégio Estadual de Tempo Integral de Catu foi oficialmente contemplado como integrante do Projeto da Rede de Escolas Associadas (PEA) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reconhecimento concedido a instituições que desenvolvem projetos alinhados à promoção da paz, do diálogo intercultural, da educação de qualidade e do desenvolvimento sustentável. A aprovação é resultado de ações continuadas voltadas à educação antirracista, implementadas desde 2015.

Na rede estadual da Bahia, o trabalho pedagógico com foco na educação antirracista acontece ao longo de todo o ano letivo, como parte do currículo escolar e em consonância com as leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008. As unidades realizam seminários, palestras, gincanas e apresentações culturais que dialogam com o cotidiano dos estudantes de forma multidisciplinar. Como em Catu, onde, ao longo dos anos, foi construída uma trajetória marcada por iniciativas que valorizam a identidade dos estudantes e fortalecem políticas afirmativas.

O reconhecimento da Unesco abre novas possibilidades de intercâmbio e cooperação internacional para estudantes e professores, ampliando horizontes e fortalecendo o papel da escola pública na formação cidadã. “Buscamos fortalecer a escola através de ações que potencializam o sentimento de orgulho e pertencimento de toda a comunidade escolar”, afirmou o professor Delmaci Ribeiro. Para os estudantes, a vivência no ambiente escolar tem impacto direto na construção de identidade e consciência crítica.

“Ao longo do meu tempo na escola, eu e meus colegas estudantes tivemos diversas oportunidades de construir nossa identidade através dos ensinamentos proporcionados pelo colégio”, revela a estudante da 3ª série do Ensino Médio, Hanna Braga, 17 anos.

Eixo estruturante

A Bahia, por sua diversidade cultural e herança afro-brasileira, se destaca na implementação de ações que garantem o acesso equitativo, a permanência e a valorização da identidade de estudantes negros e indígenas. Em Catu, essas iniciativas ganharam força com a criação do Núcleo de Pesquisa e Educação Antirracista (NUPEA), que resultou, inclusive, na produção de um documentário exibido no Chile, na Feira Científica Tecnológica Escolar, que faz parte do evento Ruta Científica Internacional Escolar.

Para a estudante Lorena Estrela, o NUPEA foi um marco na sua trajetória acadêmica. “Na 3ª série do Ensino Médio, esta experiência ampliou minha visão de mundo, fortalecendo meu compromisso com a luta antirracista, consolidando meu desejo de seguir na vida acadêmica”, pontua.

A estudante, que atualmente cursa Ciências Biológicas pela Universidade Estadual da Bahia (Uneb), complementa ser membro do Diretório Acadêmico e de já ter participado de três edições da Semana de Ciências Biológicas (SEMCBIO), sendo a terceira como presidente da comissão organizadora. “Atuo como bolsista do PIBID e me envolvo ativamente em diversas atividades acadêmicas e de extensão da universidade. Essa caminhada reflete o impacto que o NUPEA teve em minha formação, servindo de alicerce para o meu crescimento como estudante, pesquisadora em formação e cidadã comprometida com a transformação social”.


Ato na ALBA alerta sobre mortalidade da juventude indígena em aldeias da Bahia


Um ato contra a mortalidade da juventude indígena baiana foi realizado, na tarde desta quarta-feira (1º), no Auditório Jornalista Jorge Calmon da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O encontro teve o apoio do mandato da deputada Olívia Santana (PC do B) e contou com a participação da vice-presidente da ALBA, deputada Fátima Nunes (PT). 

As parlamentares receberam uma carta, entregue pelos representantes de 35 povos indígenas de todas as regiões do estado, cobrando providências para a demarcação de terras e a questão das mortes, em razão do aumento do número de suicídios, do avanço do crime organizado e também dos conflitos fundiários. A Bahia é o segundo estado brasileiro com o maior número de indígenas, atrás apenas do Amazonas, segundo Censo do IBGE (2022). 

“Vou ler esta importante carta no plenário da Casa Legislativa, para que todos os parlamentares fiquem cientes desta situação que aflige os povos indígenas. Através do bom debate, todos nós, deputados e deputadas, devemos somar forças para garantir a segurança e combater a violência que causa mortes nas aldeias indígenas”, destacou a vice-presidente da ALBA. 

De acordo com Olívia Santana, o ato foi convocado pelo Conselho da Juventude Indígena da Bahia (Cojiba), criado para ser uma ferramenta de luta firme, organizada e coletiva para transformar a realidade atual. “Este encontro é muito providencial e nós legisladores devemos assumir uma atitude mais pró-ativa em defesa dos povos originários, repudiando o Movimento Invasão Zero, que é dos latifundiários. Vocês são os verdadeiros donos das terras, que precisam ser demarcadas, no sentido de garantir o direito de existência digna, com água, terra e comida, além de um plano de desenvolvimento para as comunidades indígenas. Somos irmãos na luta da comunidade negra e dos povos indígenas pelo direito de viver com dignidade”, declarou a deputada.



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Captação de córnea no Metropolitano: doação de órgãos transforma esperança em vida


Captação de córnea no Metropolitano: doação de órgãos transforma esperança em vida

Foto: Laís Peres

O Hospital Metropolitano, unidade 100% SUS do Governo da Bahia sob gestão da Santa Casa Ruy Barbosa, registrou mais uma doação em parceria com o Banco de Olhos da Bahia, integrando-se ao Setembro Verde, movimento nacional que conscientiza sobre a importância da doação de órgãos e tecidos. A campanha destaca também a necessidade do diálogo em família durante a vida, já que a autorização para doar parte exclusivamente dos familiares, permitindo que a vontade do doador seja respeitada e a dor transformada em esperança de vida.

A captadora de córneas Laís Peres lembrou que o gesto só foi possível graças ao “SIM” de uma família que, mesmo na dor, escolheu oferecer recomeço a quem sonhava em voltar a enxergar. Nos oito primeiros meses de 2025, o Hospital Metropolitano fez seis doações de córnea. Ela reforçou que não existe cadastro oficial no Brasil. “A autorização parte da família, e esse diálogo prévio é fundamental”.

De acordo com o Registro Baiano de Transplantes divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), de janeiro a agosto deste ano, foram registradas 806 doações de córneas na Bahia. Mas, esse número poderia ser bem maior, se as famílias se empenharem na causa. Nesse período, foram 985 negativas dos familiares e em 1068 casos não havia ninguém para autorizar. Segundo o Sistema Estadual de Transplantes, atualmente, mais de 1.700 pessoas aguardam por um transplante de córnea na Bahia.

Vale ressaltar que um único doador pode beneficiar até dez pessoas. Cada doação é um gesto de amor que salva vidas, fortalece o SUS e transforma solidariedade em esperança para muitos.