Arimateia aplaude Santa Bárbara pelos 64 anos de emancipação

O deputado José de Arimateia (Republicanos) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma moção de aplausos e congratulações pela passagem do 64º aniversário de emancipação política do município de Santa Bárbara, celebrado no dia 14 de dezembro.   Distante cerca de 140 quilômetros de Salvador, Santa Bárbara é conhecida por sua história ligada à … Leia Mais



Cláudia Oliveira sugere construção de pista do grau em Eunápolis

A deputada Cláudia Oliveira (PSD) propôs, em indicação endereçada ao governador Jerônimo Rodrigues, a construção de uma pista do grau no município de Eunápolis.  Segundo a parlamentar, a ação tem o objetivo de viabilizar um espaço adequado, seguro e regulamentado para a prática esportiva, colaborando para diminuição de riscos nas vias públicas, motivando o lazer … Leia Mais



Novo edital voltado à produção de ovos de galinha caipira é apresentado no 2º Seminário Estadual da Avicultura Caipira Familiar

Novo edital voltado à produção de ovos de galinha caipira é apresentado no 2º Seminário Estadual da Avicultura Caipira Familiar Foto: Camila Andrade/ Ascom CAR O Edital Galinha Caipira da Bahia foi apresentado neste sábado (13), durante o 2º Seminário Estadual da Avicultura Caipira Familiar, a representantes de associações e cooperativas de todo o estado. … Leia Mais


16ª edição da Feira Baiana da Agricultura Familiar amplia participação indígena e quilombola


16ª edição da Feira Baiana da Agricultura Familiar amplia participação indígena e quilombola

Foto: Adriel Francisco/Ascom CAR

A 16ª edição da Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária reafirmou o compromisso do Estado com a valorização e o fortalecimento das comunidades indígenas e quilombolas. Com aumento no número de estandes e maior diversidade territorial, o evento também deu visibilidade a histórias de transformação social protagonizadas por mulheres artesãs.

A artesã Claudineia Conceição dos Santos, da Comunidade Quilombola de Pitanga dos Palmares, em Simões Filho, o tradicional Quilombo de Mãe Bernadete, comemora mais um ano de boas vendas na feira. Integrante da Associação de Artesanato Raízes do Quilombo, o grupo formado por 34 artesãs e 1 artesão, é presença garantida na feira. “Participamos desde o início, quando a feira ainda era no Parque de Exposições, depois no Jardim dos Namorados e hoje no Parque Costa Azul. Nossos produtos têm como matéria-prima a piaçava, palha da costa, coco, osso, miçanga e chifre”, explica.

O artesanato ganhou impulso na comunidade no ano de 2000, quando Mãe Bernadete articulou um curso de capacitação em artesanato com piaçava. “Ela trouxe esse conhecimento para garantir independência às mulheres do grupo. Aperfeiçoamos a técnica e hoje já estamos exportando para a França e Bogotá”, conta Claudineia. Entre os produtos comercializados estão mandalas, biojoias, bolsas, cerâmicas trabalhadas com piaçava. Uma variedade de peças que variam de R$ 5 a R$ 450.

Nesta edição, a feira contou com 12 estandes quilombolas e 24 representantes de comunidades dos municípios de Camaçari, Salvador, Simões Filho, Ruy Barbosa, Santa Teresinha, Coração de Maria e Entre Rios, abrangendo cinco Territórios de Identidade: Sisal, RMS, Piemonte do Paraguaçu, Portal do Sertão e Litoral Norte e Agreste Baiano.

Tenda Indígena

A artesã Ana Melo, do povo Kaimbé de Massacará, em Euclides da Cunha, está pela primeira vez na Feira Baiana da Agricultura Familiar. “Trazer meu artesanato para ser reconhecido é muito bom. A expectativa é de boas vendas e quero participar sempre”, afirma. Suas peças incluem colares, pulseiras e cestas produzidas com materiais do próprio território, como imbé da palha da licurizeira e sementes de Lágrima de Nossa Senhora e pau-brasil.

Neste ano, o evento reuniu representantes indígenas de 10 municípios, alcançando oito Territórios de Identidade da Bahia: Semiárido Nordeste II, Região Metropolitana de Salvador, Recôncavo, Extremo Sul, Itaparica, Litoral Sul, Oeste Baiano e Chapada Diamantina.

A Chapada Diamantina esteve presente com representantes de 12 aldeias, reforçando a diversidade cultural e geográfica da participação.

Para o secretário de Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso, a crescente participação das comunidades indígenas e quilombolas demonstra o avanço das políticas públicas de fortalecimento das economias comunitárias, da cultura tradicional e da inclusão produtiva no estado da Bahia. “Essas comunidades têm papel fundamental na economia da Bahia, e nossa missão é garantir que tenham cada vez mais oportunidades, apoio e visibilidade”, disse.

Realização – A 16ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária é realizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e UNICAFES Bahia, e apoio da Apex Brasil, Bahia Turismo, Bahia Sem Fome, Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) e Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder).

Fonte: Ascom/CAR


Vale do Jiquiriçá registra participação histórica na 16ª Feira da Agricultura Familiar


Vale do Jiquiriçá registra participação histórica na 16ª Feira da Agricultura Familiar

Foto: Ulisses Dumas/Ascom SDR

A participação do Território de Identidade Vale do Jiquiriçá na 16ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária marca um momento histórico para a agroecologia na Bahia. Pela primeira vez, os 20 municípios do território estão representados no evento, reunindo 170 empreendimentos, 865 produtos agroecológicos e envolvendo diretamente 1.238 pessoas no processo produtivo.

Em 2025, o Vale do Jiquiriçá participou com 11 empreendimentos e 124 produtos. Nesta edição, o número de itens apresentados teve um crescimento de quase 700%, resultado da organização e articulação liderada pela Associação Agroecológica da Jaqueira e pelo Centro Público de Economia Solidária (Cesol) junto às gestões municipais e empreendimentos da zona rural do território.

De acordo com o coordenador do Cesol do Vale do Jiquiriçá, Daniel Oliveira, membro da Associação Agroecológica da Jaqueira e do Colegiado Territorial, esse ano foi realizada uma grande caravana para mobilizar os municípios. “Percorremos todas as cidades, dialogamos com os empreendimentos, destacamos a grandiosidade da feira e conseguimos trazer o território completo”, comemorou.

Os números mostram a força do Vale do Jiquiriçá na feira: conta com a participação de quatro cooperativas e 16 associações, 46% dos empreendimentos da zona rural, 86% de mulheres, e 76% delas negras.

O território lidera a 16ª Feira da Agricultura Familiar em diversidade produtiva, com os 865 itens catalogados. “O segundo território com mais produtos trouxe 200 itens”, observou Daniel.

Novos produtos em 2025

Entre as novidades apresentadas nesta 16ª edição da feira, estão produtos identificados durante o processo de escuta e mapeamento realizado nos municípios. O público encontra itens como vinagre de banana, chocolate com jaca, café com cacau e sequilhos com araruta.

Segundo a coordenadora da Associação Agroecológica da Jaqueira, Crys Rios, também coordenadora do Colegiado Territorial do Vale do Jiquiriçá e agente nacional da Economia Solidária vinculada ao Programa Paul Singer, da Senaes/MTE, a feira é uma vitrine estratégica para consolidar identidade, organização e sustentabilidade. “A partir do sucesso do ano passado, nos organizamos enquanto território, enquanto sujeito político, para que as pessoas se enxergassem como parte da economia solidária e reconhecessem a potência da sua própria produção”, explicou.

A articulação resultou ainda na criação da Espiral Agroecológica de Mulheres, que hoje reúne cerca de 400 mulheres, impulsionando a produção em escala e garantindo protagonismo feminino. O território também recebeu, durante o evento, a Certificação Orgânica Participativa da Rede de Agroecologia Povos da Mata, fortalecendo os processos produtivos dos 20 municípios que compõem uma população estimada em 303 mil pessoas, majoritariamente rural, negra e feminina.

Logística inédita e organização coletiva

A participação do Vale do Jiquiriçá foi marcada por uma logística inédita no estado com a realização da caravana e busca ativa dos empreendimentos e suas produções. Depois de passar por todos os municípios, os empreendimentos se reuniram no maior encontro da história regional da economia solidária e da agricultura familiar da região, em Amargosa.

Para a participação na feira em Salvador, também houve organização para a coleta dos produtos em cidades estratégicas, garantindo inclusão de produtores de baixa renda. “Isso nunca foi feito na Bahia. Fomos em busca dos empreendimentos, cadastramos pessoalmente, organizamos a coleta, catalogamos, etiquetamos os produtos e implantamos um sistema de venda coletiva”, ressaltou Daniel.

Hoje, o território ocupa cinco estandes na feira, entre eles o Tudo Vegano, na Praça Gastronômica, que retorna nesta edição após grande sucesso em sua primeira participação em 2024.

No espaço, o público encontra um cardápio baseado em ingredientes integrais, agroecológicos e 100% veganos, valorizando a sociobiodiversidade do Vale do Jiquiriçá. Entre as opções estão refeições como maniçoba, moqueca de jaca, feijoada vegetal e yakissoba, além de lanches salgados e doces à base de jaca, cacau, licuri, aipim e frutas regionais.

As bebidas incluem mel de cacau natural, sucos com mel de cacau e kombuchas artesanais. A proposta alia alimentação saudável, sustentabilidade, geração de renda e valorização dos saberes tradicionais.

“A Febafes não é só um espaço de venda. É um espaço de construção de conhecimento, de sociabilização, de valorização do que produzimos na roça, no campo, nos equipamentos produtivos que também são fruto das políticas públicas da SDR e da CAR”, reforça Crys.

Onde encontrar em Salvador

Os produtos do Vale do Jiquiriçá já estão presentes em outros canais de comercialização, incluindo espaços virtuais, como o site da Jaqueira e do Cesol, e loja física no Largo 2 de Julho. Também, semanalmente, pode ser adquirido na feira realizada aos sábados no condomínio Vila Anaití, bairro do Imbuí, na Praça Miriam Fraga, no Itaigara.

Para 2027, o Território do Vale do Jiquiriçá já planeja novidades como aprimorar a rotulagem, identidade visual, qualidade dos produtos e novas iguarias. “Nosso carro-chefe é a diversidade, que é um princípio da agroecologia. Ano que vem estaremos ainda mais organizados”, concluiu Daniel.

Fonte: Ascom/SDR


Frente Parlamentar dos Consórcios Públicos debate fim dos lixões na Bahia


A Frente Parlamentar dos Consórcios Públicos da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), presidida pelo deputado Bobô (PCdoB), realizou nesta segunda-feira (15), no Auditório Jornalista Jorge Calmon, a sua primeira reunião de trabalho. Gestores estaduais, prefeitos, dirigentes da federação de consórcios, lideranças territoriais e representantes do comitê de catadores e da sociedade civil organizada participaram do debate sobre o tema “Resíduos Sólidos e a Erradicação Humanizada dos Lixões na Bahia”. Na abertura do evento, Bobô explicou que a frente, instalada no mês passado, nasceu com a missão de aproximar o Parlamento estadual dos consórcios, ouvir os municípios e construir, de forma integrada, caminhos que fortaleçam a gestão pública regionalizada.

 

“O tema que nos reúne aqui não é apenas um debate ambiental, mas um debate sobre saúde pública, dignidade humana, justiça social, desenvolvimento econômico e sustentável. É um tema que atravessa a vida de todos os municípios baianos e exige ações articuladas, consistentes e permanentes”, destacou o parlamentar. Ele lembrou que a Lei nº 12.305/2010 determina que os municípios brasileiros devem encerrar seus lixões, mas que, mesmo após quinze anos da vigência da norma, a legislação não se concretizou na prática. “Isso não ocorre apenas por limitações locais, mas pela ausência histórica de integração, apoio técnico e cooperação efetiva entre União, Estados e Municípios. Estamos assumindo o compromisso de construir pontes, fortalecer vínculos institucionais e promover um ambiente onde os consórcios públicos sejam protagonistas no processo de erradicação humanizada dos lixões na Bahia”, enfatizou.

 

O presidente da frente considera que os consórcios públicos representam a solução mais eficiente, moderna e viável para a questão dos lixões e defende um novo modelo de gestão integrada, tendo como um dos pilares centrais o apoio direto e efetivo aos catadores de materiais recicláveis, verdadeiros protagonistas silenciosos de todo o sistema. “Sem eles não existe coleta seletiva, não existe economia circular. Merecem respeito, condições dignas de trabalho e serem reconhecidos como agentes ambientais fundamentais”, apontou o deputado, que ressaltou também a importância do fortalecimento do papel da Frente Parlamentar na fiscalização dos consórcios públicos.

 

CENÁRIO CRÍTICO

 

“A erradicação dos lixões é uma meta possível e urgente. Ela exige responsabilidade compartilhada, coragem e vontade política. Esta Frente Parlamentar está aqui para liderar, apoiar e garantir que este tema não saia da agenda pública”, reforçou Bobô. Os dados mostram que a Bahia enfrenta um cenário crítico quando se fala em destinação dos resíduos sólidos. 388 municípios ainda mantêm lixões a céu aberto, apesar do prazo legal para substituir os lixões por aterros sanitários ter expirado em agosto de 2024. O prefeito de Capim Grosso, Sivaldo Rios, presidente da Federação dos Consórcios Públicos da Bahia (FECBAHIA), é um entusiasta do modelo aplicado por Sergipe.

 

Referência nacional na região Nordeste, o estado sergipano recentemente tornou-se o terceiro do país a fechar todos os seus lixões em atividade, destinando os resíduos para aterros licenciados. “É uma modelagem que prioriza os catadores, que você manda para os aterros legalizados apenas 25% do que é produzido de resíduos. Consegue resolver o problema e não reinventa a roda. No oeste baiano, 10 municípios já copiaram este projeto, conseguindo baixar o valor do que pagavam às empresas que faziam a coleta do lixo. Não é uma missão fácil, mas a gente tem que sonhar e acreditar que a Bahia pode ser exemplo, contribuindo para girar a economia, com mais trabalho para toda a cadeia que alimenta o setor, e, ao mesmo tempo, preservando o meio ambiente”, frisou o gestor municipal.

 

INVESTIMENTOS

 

Coordenador executivo de Planejamento Territorial e Articulação dos Consórcios Públicos, Thiago Xavier confirmou que a Secretaria de Planejamento (Seplan) está revisando os 27 planos territoriais de desenvolvimento sustentável do Estado. Ele concordou que “resolver o problema dos resíduos significa solucionar questões ligadas à saúde e ao meio ambiente, gerando qualidade de vida para a população, com uma nova dinâmica econômica”. Luiz Cláudio Pires, superintendente de Gestão Territorial da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), assegurou que a Bahia tem feito investimentos na construção de galpões para a separação de resíduos sólidos, e enalteceu o Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) que, segundo o próprio Luiz Cláudio, impacta positivamente na vida dos catadores.

 

O vice-presidente do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA), conselheiro Nelson Pellegrino, fez uma longa explanação sobre a temática, elogiou a iniciativa do deputado Bobô em promover a discussão sobre reciclagem e coleta seletiva de lixo e anunciou que diversas ações deverão ser executadas em 2026 para o enfrentamento dos lixões na Bahia. Participaram da mesa de honra do debate, apresentando sugestões, as seguintes autoridades e personalidades: Cícero Monteiro, coordenador geral dos Consórcios Públicos; Thiancle Araújo, superintendente da UPB; José Tosato, coordenador do Comitê Catadores de Materiais Recicláveis-BA; Augusto Carvalho, coordenador do Centro de Apoio às Promotorias de Meio Ambiente; Ronalda Barreto, docente da Uneb; Neildes Santana, representante da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema); Edivaldo Ribeiro, representante do Consórcio Público de Sergipe; e João Paulo de Jesus, diretor da Rede Recicla-BA.

 

 



Fonte


SDR apresenta cartilha para elaboração do Plano Estadual de Agroecologia


SDR apresenta cartilha para elaboração do Plano Estadual de Agroecologia

Foto: Jonas Santos/Ascom SDR

A produção sustentável baiana ganha novo impulso, com o lançamento da cartilha oficial com orientações que vão contribuir para a construção do 1º Plano Estadual de Agroecologia, nesta sexta-feira (12), durante a abertura do 4º Seminário Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica. O material metodológico, produzido por um Grupo de Trabalho (GT) coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), marca um passo inédito na consolidação de políticas públicas estruturantes para o setor. 

Integrado à programação técnica da 16ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, o seminário reúne movimentos sociais, organizações da sociedade civil, pesquisadores e gestores públicos em dois dias de debates, rodas de diálogo e construção coletiva. A iniciativa reforça o protagonismo da SDR na formulação de estratégias para qualificar a produção agroecológica e fortalecer a agricultura familiar.

O secretário de Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso, destaca que o seminário e a cartilha são resultado de um trabalho em conjunto. “Este encontro reafirma o compromisso da SDR em desenvolver políticas de agroecologia com participação social e diálogo técnico. A cartilha organiza a metodologia, orienta o planejamento e fortalece a construção do primeiro Plano Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica da Bahia, fruto de um esforço coletivo que coloca o Estado na direção de um modelo mais sustentável e inclusivo”, afirmou.

Os debates incluem a apresentação da metodologia do plano, o lançamento do Inquérito sobre Segurança Alimentar e Nutricional na Bahia, elaborado pela Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e um painel sobre monitoramento e avaliação de políticas públicas de agroecologia. O encontro também aborda temas estratégicos como mudanças climáticas, sucessão rural, redução de agrotóxicos, fortalecimento da agricultura familiar e a construção de sistemas alimentares mais saudáveis.

Segundo o coordenador-geral do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, a edição do seminário é uma realização da SDR, junto à Coordenação-Geral de Ações Estratégicas de Combate à Fome, para avançar na implantação de políticas públicas de agroecologia na Bahia. “Isso reforça o compromisso do Governo do Estado com o sistema de segurança alimentar, com o combate à fome e com a promoção da segurança alimentar e nutricional”, completou.

A abertura do seminário contou com palestra do coordenador Executivo da AS-PTA, Paulo Petersen, referência nacional em agroecologia, que destacou a relevância do processo baiano. “A construção da política pública em agroecologia pressupõe a participação das organizações da sociedade civil junto com o Estado. A Bahia tem feito um grande esforço, ao longo de várias gestões, para internalizar a agroecologia na política pública, e esse tipo de iniciativa, construída com diferentes percepções e participação social, é um exemplo para o Brasil”, elogiou.

Fonte: Ascom/SDR


Em reunião com a Polícia Civil, Jerônimo Rodrigues alinha trabalho das forças de segurança no enfrentamento à criminalidade


Em reunião com a Polícia Civil, Jerônimo Rodrigues alinha trabalho das forças de segurança no enfrentamento à criminalidade

Foto: Amanda Ercília/GOVBA

Nesta segunda-feira (15), o governador Jerônimo Rodrigues participou de uma reunião com o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, e com o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia, André Viana, no Complexo da Polícia Civil, no bairro de Itapuã, em Salvador. O encontro tratou de diretrizes gerais da atuação da Polícia Civil, incluindo planejamento, integração entre forças de segurança e estratégias de enfrentamento à criminalidade.

Durante a reunião, o governador Jerônimo Rodrigues destacou a importância do diálogo permanente com as forças de segurança. “A segurança pública é uma prioridade do nosso governo, e o acompanhamento das ações fortalece o trabalho integrado em defesa da população”, afirmou.

O delegado-geral da Polícia Civil, André Viana, destacou a asfixia financeira dos grupos criminosos como um dos eixos centrais das ações da Polícia Civil. “Nessas operações identificamos e apreendemos bens que são submetidos à Justiça para que, no futuro, possam ser leiloados e revertidos no enfrentamento à criminalidade”, afirmou.

Segundo ele, o planejamento prevê a continuidade das operações e o fortalecimento da estrutura da instituição. “Essa estratégia nos permite estruturar o aparato físico, humano e tecnológico, além de ofertar um serviço melhor à sociedade”, completou, ressaltando ainda a valorização e a capacitação dos servidores como prioridade.

O secretário Marcelo Werner ressaltou a integração entre as forças de segurança. “Estamos fazendo esse alinhamento junto ao governador, destacando ações que envolvem investigação qualificada, inteligência policial e operações integradas com outras instituições”, disse. Ele também destacou o fortalecimento da estrutura da Polícia Civil, incluindo a ampliação da atuação no interior do estado e o trabalho conjunto com forças estaduais e federais.

Repórter: Tácio Santos/GOVBA