A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, promulgou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece a adoção da governança pública pela administração pública direta e indireta dos Poderes do Estado e dos municípios baianos. Além disso, a nova redação prevê que os órgãos públicos deverão obedecer aos princípios da … Leia Mais
Governo do Estado impulsiona cadeia produtiva do café em Nova Canaã com novos equipamentos e infraestrutura Foto: Divulgação/ Associação de Pequenos Produtores do Endiretor, Bom Cabelo e Rio Claroão de Pequenos Pro A produção de café no município de Nova Canaã vem alcançando novos patamares de qualidade e valor agregado graças aos investimentos do Governo … Leia Mais
Mutirão de regulação garante 1.423 pacientes regulados em 24 horas na Bahia Foto: Pablo Barbosa/Ascom Sesab A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia registrou, neste sábado (29), a regulação de 1.423 pacientes em 24 horas na Central Estadual de Regulação, em Salvador, durante mutirão voltado à transferência para hospitais gerais e especializados, com prioridade … Leia Mais
O deputado José de Arimateia (Republicanos) apresentou, na Assembleia Legislativa, uma moção de congratulação pelos 92 anos do município de Ipiaú. Localizado a cerca de 350 quilômetros da capital baiana, a cidade foi habitada inicialmente pelos povos indígenas da tribo tapuia, tendo sido visitada por diversos grupos de aventureiros e foragidos. Em 1930, a localidade … Leia Mais
Estudantes do semiárido baiano criam estufa agrícola automatizada Foto: Gabriel Pinheiro/Ascom Secti Pensar soluções inovadoras que contribuam para minimizar problemas enfrentados por agricultores familiares do semiárido baiano. Foi com esse objetivo que os estudantes Mayara Cardoso, Letícia Guanaes e Karllos Avelar, do Colégio Estadual Luís Prisco Viana, do município de Lagoa Real, orientados pela professora … Leia Mais
Afoxés levam o ritmo do ijexá às ruas do Centro Histórico de Salvador
Fotos: Fernando Barbosa/Ascom IPAC
O Centro Histórico de Salvador foi tomado pelo ritmo do ijexá na tarde deste domingo (30), quando 24 agremiações participaram do desfile Esquentando os Atabaques – Afoxé Patrimônio Cultural da Bahia. Promovido pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) em parceria com a Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural, vinculada ao Conselho Estadual de Cultura, o evento integra as ações de salvaguarda do desfile de afoxé, reconhecido como patrimônio cultural imaterial da Bahia desde 2010.
A concentração aconteceu no fim de linha de ônibus da Rua Chile, de onde os grupos seguiram pelo circuito Batatinha em direção à Praça Quincas Berro D’Água. Música, ritmo, símbolos e elementos visuais que compõem a estética e a ancestralidade dos afoxés marcaram o cortejo, registrado no Livro de Registro Especial das Expressões Lúdico-Artísticas do IPAC.
Para o diretor-geral do IPAC, Marcelo Lemos, a iniciativa reforça a importância dos afoxés na formação cultural do estado. “Eventos como este são ações fundamentais de salvaguarda para a valorização, proteção e promoção dos afoxés, contribuindo para que essa manifestação cultural se perpetue entre as novas gerações”, afirmou.
Criados majoritariamente nos terreiros de candomblé, os afoxés preservam símbolos que remetem à força dos orixás — o oxé de Xangô, o dourado de Oxum, o padê de Exu, o branco de Oxalá. Para Junior Aficodé, ogã e presidente da Câmara de Patrimônio, levar esses elementos para as ruas é também um ato político. “O desfile dos afoxés ecoa nas ruas a tradição cultural dos terreiros. Essa ação de salvaguarda é necessária para o combate ao racismo e à intolerância religiosa em uma sociedade que historicamente discrimina a ancestralidade e a herança africana”, destacou.
Festival de Afoxé
Paralelamente ao desfile, o ritmo do ijexá também tomou conta da Praça Tereza Batista durante o I Festival do Afoxé, promovido pelo Afoxé Filhos e Filhas do Congo. A programação contou com apresentações de diversas agremiações, entre elas os Filhos e Filhas de Gandhy.
“O afoxé não é apenas música; é a fé que desce a ladeira, o toque do ijexá que ecoa a ancestralidade iorubá nas ruas”, disse Nadinho do Congo, organizador do festival.
A Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público da Assembleia Legislativa realizou, nesta segunda-feira (1), nas Salas Herculano Menezes e Luís Cabral, a audiência pública intitulada “O Assédio Moral e seus Grandes Desafios”. Sindicalistas, representantes de movimentos sociais, gestores estaduais e pesquisadores da temática discutiram estratégias de prevenção e combate ao assédio moral, no âmbito da administração pública, nas três esferas de poder.
Proponente da reunião, o deputado Hilton Coelho (Psol) destacou que este debate é fruto da reivindicação do conjunto dos funcionários que estão preocupados com a constante pressão para que exerçam um determinado número de atendimentos, criando uma situação de prejuízo à saúde mental da categoria. “A legislação sobre assédio avançou, existe uma caracterização sobre o modus operandi, como se subestima o servidor, mas não há mecanismos eficazes para aplicação da lei. A prática do assédio não se resume às chefias, ela se harmoniza com a ideia se fazer mais com menos, subfinanciando o Estado Brasileiro. Esta pressão é realizada até o adoecimento do servidor público”, afirmou o deputado.
O auditor fiscal André Aguiar, doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia, tem uma tese sobre assédio moral no trabalho. Na detalhada apresentação da pesquisa, o palestrante falou sobre a violência que ultrapassa os limites e mata servidores, definiu a conceituação do assédio moral no ambiente de trabalho e apontou quais seriam os responsáveis por esta conduta abusiva que atenta contra a dignidade física e psicológica das pessoas. “A responsabilidade sobre o assédio é do órgão público, da empresa, da instituição onde este fato está acontecendo. Não tem sentido a gente contratar, nomear um diretor, um superintendente ou um gerente que seja uma pessoa perversa, estando à frente de um serviço público, recebendo salário da população”, ponderou o auditor, que reforçou o sentimento de não se aceitar este tipo de chefia.
“Você tem um colega que está doente, sofrendo, e você não tem a mínima noção do que está ocorrendo com ele. É uma responsabilidade do órgão zelar pelos seus trabalhadores. Assim como as instalações, os servidores representam um patrimônio do órgão”, lembrou Sílvio Góis, diretor de Comunicação do Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Estado da Bahia (Sindisemp-Ba). Ele defendeu a criação de uma frente parlamentar para combater o assédio, lamentando, ao mesmo tempo, que na iniciativa privada haja uma ampla rede de apoio, enquanto no serviço público, normalmente as apurações das denúncias são feitas pelos próprios assediadores. “Temos de criar uma legislação eficiente para coibir o assédio, com punição exemplar. Se a gente ficar contando só com órgãos internos, não vai chegar a lugar nenhum”, opinou o sindicalista.
Ana Carina Dunham, diretora do Sindicato dos Enfermeiros da Bahia, salientou que o número de reclamações sobre o assédio moral vem aumentando assustadoramente, fato mais evidente na sua categoria profissional, composta de mulheres e negras. Coordenadora da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador, ela pontuou que, após a reforma trabalhista, que levou à precarização dos vínculos empregatícios, houve um aumento das hostilidades no ambiente do trabalho. “Essa pauta é extremamente relevante e precisamos trazer esses aspectos que estão relacionados com a questão do assédio e do adoecimento mental. Não dá mais pra gente ver este estado de coisas e não tomar uma atitude enérgica”, manifestou Dunham.
Representantes de vários setores da administração pública participaram da audiência. Dentre eles, Joilson Cruz, diretor do Fórum das Associações de Docentes das Universidades Estaduais da Bahia; Arielma Galvão, da Central de Trabalhadores da Bahia; Denílson Neves (Unipol); Adriana Manta, juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região; Carla Souza (Sindipoc); Denise Carneiro (Sindjufe); Olívia Mendes (APLB); Aline Solano Corregedoria PGE; professor Hamilton Assis, vereador de Salvador; Maria Alice Barreto (Saeb); Daniela Sapucaia, Corregedoria Sesab; além das sindicalistas Jaqueline Noronha, Ana Paula Medrado e Mardey Machado. No final, o deputado Hilton Coelho fez uma relato das sugestões apresentadas. “Foi uma reunião muito positiva, onde tiramos bons conteúdos. Aqui, na Casa Legislativa, existem três projetos sobre este assunto. Vamos trazer luz, fazendo esta articulação política”, enfatizou o legislador.
Bahia celebra produção rural na 16ª Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária
Foto: André Frutuôso/Ascom CAR
A força do rural baiano toma conta de Salvador na 16ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária. De 10 a 14 de dezembro, o Parque Costa Azul se transforma em um grande encontro de sabores, saberes, cultura e inovação, celebrando o trabalho que move a economia da Bahia e revela a riqueza dos seus territórios.
Consolidada como uma das maiores vitrines da agricultura familiar do país, a Feira reunirá cooperativas e associações dos 27 Territórios de Identidade da Bahia, com mais de 6 mil produtos entre alimentos, bebidas, artesanato, moda, flores, cosméticos e itens da economia solidária. É uma oportunidade única para conhecer e adquirir produtos que refletem a diversidade e a força do rural baiano.
A realização é do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e a UNICAFES Bahia.
Para o diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, a Feira representa um marco da produção rural baiana. “Cada produto, cada sorriso e cada história revelam a força do nosso rural. Celebrar 16 edições é celebrar um projeto coletivo de desenvolvimento que transforma vidas.”
Feira conta com espaços já tradicionais e muito aguardados pelo público, como a Tenda Quilombola, a Tenda Indígena, a Tenda de Artesanato, a 3ª Feira Agroecológica da Bahia, o Espaço Infantil, Espaço de Adoção de Animais, além da área de comercialização de produtos das agroindústrias familiares da Bahia.
Coleta seletiva e compostagem reforçam compromisso ambiental
Nesta edição, a Feira amplia suas práticas sustentáveis ao incluir, pela primeira vez, a coleta seletiva de resíduos orgânicos destinados à compostagem. Nas edições anteriores, a coleta era voltada exclusivamente para resíduos sólidos recicláveis, e agora o projeto avança ao incorporar o processamento de matéria orgânica.
Pontos de coleta identificados estarão distribuídos especialmente nas áreas de alimentação, facilitando o descarte adequado. Todo o material recolhido será encaminhado para compostagem em cooperativas especializadas, fortalecendo a gestão ambiental, reduzindo o envio a aterros sanitários e valorizando o trabalho de catadores e catadoras envolvidos na reciclagem.
Gastronomia e música que celebram a Bahia
A gastronomia, um dos grandes atrativos do evento, ganha ainda mais destaque nesta edição. Serão duas praças gastronômicas com pratos típicos como cuscuz com bode, galinha caipira, mariscos, opções veganas e outras delícias preparadas na hora. O público também encontrará tapiocaria, sorveteria, cachaçaria e choperia, uma verdadeira rota de sabores que reforça a diversidade da culinária baiana e a qualidade dos produtos da agricultura familiar.
A programação musical chega renovada e ainda mais diversificada. Serão três palcos: Palco do Samba, Palco do Forró e Palco Concha, com mais de 20 atrações que celebram a identidade cultural e musical da Bahia.
Caminho da Roça: a grande novidade
Este ano, a grande novidade é o Caminho da Roça, um ambiente imersivo que permitirá aos visitantes vivenciar de perto diferentes sistemas produtivos da Bahia, como café, cacau, mel, mandioca, caprinovinocultura e outras riquezas do campo. Também haverá espaço kids, feira de adoção de animais, oficinas, degustações e debates que reforçam a cultura popular e o protagonismo da agricultura familiar baiana.
O diretor-presidente da União das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bahia (Unicafes/BA), Ícaro Renne, destaca o impacto da iniciativa: “A Feira é a prova da força e da diversidade da agricultura familiar baiana. Vamos ocupar o Parque Costa Azul com trabalho, tradição e inovação.”
A 16ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária promete ser a edição mais vibrante, diversa e participativa da história, um verdadeiro encontro entre campo e cidade, produção e cultura, tradição e inovação.
Fenagro 2025: Encontro nesta terça (2) reúne secretários de seis estados para impulsionar desenvolvimento do MATOPIBA e SEALBA
Foto: Darlan Nunes/ Ascom Seagri
A Fenagro 2025 será cenário de um movimento estratégico para o desenvolvimento e futuro da agropecuária na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e SEALBA (Sergipe, Alagoas e Bahia). Nesta terça-feira (2), a partir das 15h, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri) promove, no Parque de Exposições de Salvador, um encontro entre os secretários de agricultura dos seis estados para formalizar dois inéditos termos de Cooperação Técnica. Os acordos marcam o início de um plano de ações que irão integrar políticas, potencializar investimentos e consolidar essas fronteiras agrícolas como referência nacional em inovação e sustentabilidade.
Liderando a iniciativa, o secretário da Agricultura da Bahia, Pablo Barrozo, explica que os acordos representam um marco para as duas regiões, com a proposição de um modelo mais integrado, moderno e sustentável de desenvolvimento. “Essa cooperação é fruto de uma intensa articulação entre os estados para que possamos avançar de forma coordenada, fortalecendo nossas cadeias produtivas, com inovação e garantindo que o crescimento destas duas fronteiras agrícolas, MATOPIBA e SEALBA, gere oportunidades reais para as famílias que vivem e produzem nesses territórios”.
O primeiro termo, voltado ao MATOPIBA, formaliza a criação de um Plano Interestadual de Desenvolvimento com os principais eixos voltados ao fortalecimento das cadeias produtivas, incentivo à novas tecnologias e ampliação dos mercados consumidores, nacionais e internacionais. Também envolve ações de desenvolvimento socioprodutivo sustentável, alinhadas ao Plano ABC+, estimulando práticas agropecuárias de baixa emissão de carbono, uso racional dos recursos naturais e recuperação de áreas degradadas.
O segundo termo será firmado às 16h, entre os estados que compõem o SEALBA, com foco em ações conjuntas nas áreas de sanidade agropecuária, logística, práticas sustentáveis e fortalecimento da cadeia produtiva do citrus.
MATOPIBA
Na Bahia, abrange 30 municípios, localizados no cerrado, oeste do estado. se destaca na produção de grãos e fibras, a região tem se mostrado altamente produtiva para diversas culturas, como soja, milho, algodão, feijão, entre outros. Além disso, o clima tropical favorece o cultivo o ano todo, o que possibilita a diversificação das lavouras.
SEALBA
A parte baiana do SEALBA é composta por 28 municípios localizados no nordeste do estado que abrigam condições de solo e clima propícios para a produção agrícola, com destaque para a cadeia produtiva do citrus em localidades como Rio Real e Inhambupe, maiores produtores de laranja do nordeste brasileiro.
SERVIÇO Evento: Assinatura dos termos de cooperação com estados do MATOPIBA e SEALBA Data: 2/12/2025 Horário: A partir das 15h Local: Pavilhão do Governo na Fenagro 2025 – Parque de Exposições de Salvador
O deputado Robinson Almeida (PT) protocolou, na Assembleia Legislativa, uma indicação endereçada ao governador Jerônimo Rodrigues e ao secretário de Infraestrutura (Seinfra), Sérgio Brito, solicitando a recuperação e requalificação urgentes das alças de acesso ao canal de tráfego da BA-524 à BA-522, no município de Candeias.
A medida tem como objetivo intervir em um problema de mobilidade que tem gerado consequências para a economia e a segurança pública da Região Metropolitana de Salvador (RMS).
O foco da solicitação está na interdição da pista utilizada por motoristas que se deslocam de Candeias em direção ao Polo Petroquímico de Camaçari. Desde então, os condutores são forçados a realizar um longo desvio até a rótula da Moliza para efetuar retorno, resultando em aumento significativo do tempo de deslocamento e congestionamento acentuado nos horários de pico.
“A situação tem levado motoristas a realizarem manobras arriscadas de conversão no centro da pista, elevando drasticamente o risco de acidentes graves que ameaçam a vida de trabalhadores, motoristas autônomos e pedestres”, explicou o parlamentar.
A única via alternativa que restou como acesso ao Polo Petroquímico, ao Porto de Aratu, ao Polo de Fertilizantes e outras áreas estratégicas, encontra-se em “estado de calamidade”.
“A via alternativa atualmente utilizada encontra-se severamente danificada, com pavimento deteriorado, buracos profundos e ausência de condições mínimas de trafegabilidade, fatores que comprometem não apenas a fluidez do tráfego, mas também a segurança pública”, disse Robinson Almeida.
Segundo o parlamentar, a ausência de rotas adequadas e as condições ruins da pista contribuem para a vulnerabilidade dos usuários, com relatos frequentes de assaltos e delitos, especialmente no período noturno. “Os alvos são principalmente trabalhadores da indústria petroquímica, caminhoneiros e moradores”, completou.
O deputado ressalta o papel crucial da BA-524 e da BA-522, que servem como corredores logísticos essenciais para o escoamento de cargas industriais, deslocamento de equipamentos estratégicos e movimentação de caminhões.
“A requalificação completa das alças de acesso não é apenas uma questão de segurança e mobilidade local, mas uma ação estratégica para a economia baiana, garantindo a eficiência logística e a continuidade das atividades produtivas em um dos mais importantes complexos industriais do Nordeste”.
A indicação abrange todos os pontos de entrada, saída e interligação utilizados para o deslocamento em direção ao Polo Petroquímico, Porto de Aratu, Distrito do Caboto, Museu Wanderley Araújo Pinho e demais áreas adjacentes.