Documentos enviados por deputados oficializam novas mudanças partidárias

Mais dois ofícios foram publicados no Diário Oficial desta quinta-feira (16), registrando alterações nas bancadas legislativas. No documento Nº 3.420/2026, o deputado Cafú Barreto comunicou à presidente Ivana Bastos e à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa a mudança de partido. Ele deixou o PSD e passou a integrar o União Brasil. O deputado ressaltou que … Leia Mais


Curso da ALBA reforça formação de servidores sobre processo legislativo

A Escola do Legislativo encerrou, na tarde desta quinta-feira (16), o curso “Processo Legislativo: Aspectos Constitucionais e Regimentais”, capacitando cerca de 30 servidores do parlamento estadual. Com carga horária de 10 horas, a formação focou na aplicação prática das leis, indo além da teoria acadêmica. O curso foi ministrado por servidores da área jurídica da … Leia Mais



Assembleia celebra 80 anos da Ufba e 50 anos da Uefs em sessão especial

Em sessão especial realizada nesta quinta-feira (16), a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) comemorou os 80 anos da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e os 50 anos da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Proposto pela presidente da Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviços Públicos, deputada Olívia Santana (PCdoB), o evento … Leia Mais


Ex-secretário estadual da Administração recebe Comenda 2 de Julho na Assembleia

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) condecorou, na tarde desta quinta-feira, o economista Edelvino Góes com a Comenda 2 de Julho. A iniciativa foi do deputado Roberto Carlos (PDT), mas os parlamentares referendaram, à unanimidade, o gesto em homenagem ao ex-secretário da Administração do Estado (Saeb), cujo nome está associado à modernização da gestão. A … Leia Mais


Euclides Fernandes pede recuperação da Faculdade de Medicina da Bahia


Em indicação direcionada ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e ao ministro da Educação, Leonardo Osvaldo Barchini Rosa, o deputado Euclides Fernandes (PT) pediu a adoção das providências necessárias para a reforma, recuperação, requalificação e modernização do prédio da Faculdade de Medicina da Bahia, localizado no Terreiro de Jesus, em Salvador, “assegurando-se a preservação de seu valor arquitetônico, histórico, acadêmico e científico”.

Criada em 1808, a Faculdade de Medicina da Bahia, reconhecida como a mais antiga escola de medicina do Brasil, “representa o marco inaugural do ensino médico e de uma etapa decisiva da própria formação do ensino superior brasileiro”. O deputado lembra que a trajetória da instituição atravessa mais de dois séculos de contribuição à formação de profissionais, à produção científica e ao desenvolvimento da saúde pública nacional.

Em fevereiro deste ano, a instituição completou 218 anos de existência, reunindo um acervo de grande relevância histórica, com mais de cinco milhões de páginas de documentos e obras raras entre os séculos XVI e XIX, reforçando o valor material e imaterial do conjunto. Para Euclides, a faculdade “é um patrimônio que sintetiza parte expressiva da memória da ciência, da medicina e da educação brasileira”.

A eventual deterioração física de um espaço dessa magnitude, observa o deputado, não representa apenas um problema predial, mas um risco à preservação da história nacional, prejuízo à comunidade acadêmica e enfraquecimento de um equipamento cultural e científico de enorme simbolismo para a Bahia e para o Brasil. Euclides lembra que a instituição segue ativa, desenvolvendo ensino, pesquisa e extensão, tendo inclusive ampliado iniciativas recentes, como a criação, em 2024, do Centro Internacional de Estudo e Pesquisa da Saúde da População Negra e Indígena.

O parlamentar considera que a preservação e a requalificação do prédio não se justificam apenas por sua memória, mas também por sua função atual e estratégica na produção de conhecimento e na formação universitária. Ele sugere que o prédio seja contemplado com intervenções estruturais, obras de conservação, acessibilidade, modernização de instalações, segurança predial, proteção do acervo histórico e adequação dos espaços às necessidades contemporâneas de ensino, pesquisa e visitação pública.

PLANO DE EDUCAÇÃO

Ele destaca ainda que o governo federal sancionou recentemente o novo Plano Nacional de Educação 2026–2036, “reafirmando o compromisso com o fortalecimento da educação brasileira nos próximos dez anos”.

“Com esta indicação, queremos sensibilizar a Presidência da República e o Ministério da Educação para que adotem providências para a preservação do patrimônio da Faculdade de Medicina da Bahia, viabilizando a obra, inclusive com previsão orçamentária específica, estudos técnicos e eventual inclusão em programas federais de requalificação de equipamentos públicos educacionais e históricos”, concluiu Euclides Fernandes.

Ele solicitou prioridade para a demanda “em respeito à educação brasileira, à memória da medicina nacional e ao povo baiano, que se orgulha de sediar uma das mais emblemáticas instituições acadêmicas do país”.



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Projeto de Felipe Duarte busca ampliar proteção a gestantes na Bahia


O deputado Felipe Duarte (Avante) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) que dispõe sobre a implantação de medidas de informação às gestantes e parturientes a respeito da Política Nacional de Atenção Obstétrica e Neonatal. O objetivo é prevenir a violência obstétrica e promover a divulgação dos seus direitos no estado.

O parlamentar considera violência obstétrica todo ato praticado pelo médico, pela equipe do hospital, por um familiar ou acompanhante que ofenda, de forma verbal ou física, as mulheres gestantes, em trabalho de parto ou, ainda, no período de puerpério.

De acordo com o PL, comete ainda violência obstétrica o gestor de saúde, diretor clínico e/ou responsável pelo estabelecimento de saúde que promova ou tolere atos e condutas que possam causar algum dano físico ou psicológico à mãe ou até mesmo ao bebê.

O deputado orienta também que todos os estabelecimentos de saúde que prestem atendimento ao parto e nascimento deverão expor cartazes e/ou materiais informativos, em locais visíveis, acerca das diretrizes da legislação. Nesse sentido, explica o deputado, “é fundamental impedir que a mulher em trabalho de parto, ou logo em seguida, sofra qualquer tipo de constrangimento ou tratamento vexatório por parte dos médicos e outros profissionais de saúde”.

Na justificativa do documento, Felipe Duarte lembra que muitas mulheres sofrem abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto nas instituições de saúde, um tratamento que viola os direitos ao cuidado respeitoso e ameaça o direito à vida, à saúde, à integridade física e à não discriminação.

Para ele, o Brasil possui uma série de leis e regulamentações que visam proteger a mãe e o bebê durante o processo de parto, sendo uma delas a Lei nº 11.108/2005, que garante à gestante o direito a um acompanhante durante todo o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, além de coibir práticas de violência obstétrica.

AUMENTO PREOCUPANTE
O parlamentar afirma que dados estatísticos mostram um aumento preocupante dessas ocorrências no país, evidenciando a urgência de combater a violência obstétrica. Diz ainda que doutrinadores e especialistas em direito têm defendido a implementação de políticas de prevenção, com a conscientização dos profissionais de saúde sobre os direitos das gestantes e a capacitação de equipes multidisciplinares para um atendimento humanizado e respeitoso. Segundo o autor do PL, essas políticas podem ser estabelecidas por meio de protocolos de boas práticas, diretrizes claras e campanhas de informação e sensibilização.


“É necessário também fortalecer a fiscalização e o monitoramento dos serviços de saúde, garantindo que as normas e protocolos sejam seguidos adequadamente”, reforçou o deputado. Para ele, a violência obstétrica não é apenas uma questão individual, mas também uma questão de saúde pública. “É essencial que políticas públicas sejam implementadas, considerando uma abordagem multidisciplinar e integrada, envolvendo profissionais de saúde, juristas, ativistas e gestores públicos”, concluiu.



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Arimatéia relembra luta pela emancipação de Mata de São João


O deputado José de Arimatéia (Republicanos) apresentou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), moção de congratulações e aplausos em celebração aos 180 anos de emancipação política do município de Mata de São João, celebrada na quarta-feira (15).

“O dia 15 de abril constitui uma data especial, que nos convida a homenagear esta importante cidade, que, ao longo de quase dois séculos de existência, construiu uma história marcada pela força de seu povo, pela preservação de suas tradições e pelo orgulho que representa para todos, em especial para nós, pela sua trajetória, desenvolvimento e conquistas”, declarou o legislador.

No documento, ele relata a história do município. Segundo registros históricos, Mata de São João, inicialmente denominada São João da Mata, recebeu o nome atual em homenagem a João Lopo de Mesquita, responsável por abrir caminhos e desbravar as matas da região entre 1649 e 1659. Na época, os trabalhadores costumavam dizer: “vamos trabalhar nas matas de seu João”, expressão que posteriormente, deu origem ao nome que viria a ser oficializado em 1846, com a elevação do povoado à categoria de Vila.

“Tenho o orgulho de afirmar que Mata de São João integra minha trajetória parlamentar desde o primeiro mandato, iniciado em 1999, e a confiança renovada nas eleições de 2022, através dos 164 votos, fortalece ainda mais o compromisso e o respeito que mantenho com o povo matense e com toda a Bahia”, ressaltou o parlamentar.

Reportagem: Thiago Virgílio
Edição: Franciel Cruz



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Pedro Tavares destaca história do município de Presidente Dutra


Em moção de congratulações apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o deputado Pedro Tavares (UB) saudou o povo de Presidente Dutra, município baiano que festejou 64 anos de emancipação política e administrativa no dia 12 de abril. Localizado no território de identidade de Irecê, Presidente Dutra possui cerca de 15 mil habitantes, conforme censo do IBGE de 2025.

Na moção, Pedro Tavares lembrou que Presidente Dutra é um município que tem se destacado pela força de sua história, pela firmeza de seu desenvolvimento e pela dedicação diária de seu povo. “Sua trajetória revela uma comunidade que, com trabalho, fé e união, construiu um espaço de identidade própria, marcado pela superação constante e pelo compromisso com o bem comum. É uma terra que simboliza resistência, pertencimento e esperança, valores que se refletem na vida de cada pessoa que ajuda a escrever sua história”, relatou o parlamentar.

Outro aspecto que Tavares enalteceu é a vocação da cidade para o crescimento, “sustentada pelo esforço de trabalhadores, produtores, comerciantes e de toda a população que contribui para o avanço do município”. “Em cada ação, em cada conquista e em cada iniciativa voltada ao desenvolvimento local, percebe-se a determinação de um povo que não mede esforços para fortalecer sua cidade e garantir melhores dias para as futuras gerações”, frisou.

Por fim, o deputado afirmou que o município de Presidente Dutra é um exemplo de compromisso com o progresso e com a dignidade humana. “É um município que merece reconhecimento por sua capacidade de preservar sua identidade ao mesmo tempo em que avança rumo ao futuro. Por tudo isso, esta moção se justifica como forma de homenagear uma cidade que honra a Bahia e, sobretudo, um povo que inspira respeito, admiração e gratidão”, externou Pedro Tavares.
Reportagem: Aparecido Silva 
Edição:  Divo Araújo



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Hilton propõe campanha permanente contra machismo nas escolas estaduais


O deputado Hilton Coelho (PSOL) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), projeto de lei que institui a Campanha Permanente de Combate ao Machismo e de Valorização das Mulheres na Rede Estadual de Ensino, colocando a educação pública no centro do enfrentamento à desigualdade de gênero e à violência contra as mulheres.

A proposta prevê a criação de equipes multidisciplinares nas escolas, com participação de docentes, estudantes e da comunidade, para promover ações contínuas de formação, conscientização e prevenção de violências como assédio, abuso e discriminação.

“O machismo é aprendido e reproduzido todos os dias. Por isso, precisa ser combatido com educação, debate e ação permanente dentro das escolas. Sem enfrentar essa base, não há como combater o feminicídio”, afirmou Hilton Coelho.

O projeto estabelece, entre seus objetivos, a capacitação de profissionais da educação, a inclusão de normas contra práticas machistas nos regimentos escolares e a realização de campanhas educativas ao longo do ano letivo. Também institui a Semana de Combate à Opressão de Gênero, preferencialmente no período de 25 de novembro, marco internacional de enfrentamento à violência contra a mulher.

Para o parlamentar, a escola não está isolada das desigualdades estruturais da sociedade. “A escola muitas vezes reproduz o machismo presente fora dela. Nosso projeto rompe com essa lógica e transforma o ambiente escolar em espaço de resistência e construção da igualdade”, destacou.

A iniciativa também responde ao avanço de conteúdos misóginos, especialmente nas redes sociais, que impactam diretamente na formação de jovens. “Há uma ofensiva cultural que normaliza o ódio e a violência contra as mulheres. O Estado não pode se omitir. É preciso formar consciência crítica desde cedo. Combater o machismo é uma tarefa urgente. É enfrentar a raiz de uma violência que mata mulheres todos os dias. A educação precisa ser instrumento de transformação social, e não de reprodução da opressão”, concluiu.

Reportagem: Ascom
Edição: Divo Araújo



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