A Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) levou o debate sobre as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) aos moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador, em audiência pública itinerante realizada na manhã desta sexta-feira (31), na Casa Paroquial de Paripe. Conduzida pelo deputado Robinson Almeida (PT), a … Leia Mais
O Plenário Orlando Spinola da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) ficou lotado, nesta sexta-feira (31), com a presença de diversas autoridades da magistratura e da advocacia baiana – incluindo representantes dos Tribunais de Justiça e Eleitoral, Ministério Público, Defensoria Pública e entidades de classe de advogados – para prestigiar a outorga da Comenda 2 de … Leia Mais
A semana de 3 a 7 de novembro na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) será marcada por sessões ordinárias e especiais, reuniões nas comissões e eventos de iniciativa parlamentares e de movimentos sociais. Ao longo da semana, o Parlamento baiano receberá visita de estudantes de unidades educacionais no âmbito do programa A Escola e o … Leia Mais
“A Bahia tem todo o nosso respeito, a nossa admiração, porque fez parte de uma luta e de um resgate que tinham que ser feitos e que precisavam ser enfrentados com muita coragem”, disse o delegado Leandro Almada da Costa, em seu discurso, lembrando que o governador Jerônimo Rodrigues e o secretário da Segurança Pública, … Leia Mais
Em sessão especial realizada na tarde desta sexta-feira (31), a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) concedeu os Títulos de Cidadão Baiano aos delegados Andrei Augusto Passos Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e Leandro Almada da Costa, ex-superintendente da corporação na Bahia e atual diretor de Inteligência Policial da PF. As honrarias foram propostas pelo deputado … Leia Mais
O deputado estadual Hilton Coelho (Psol) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma moção de pesar pelo falecimento de Valério Bomfim Ribeiro, ocorrido no último dia 27 de outubro de 2025. Valério, de 51 anos, foi um incansável lutador em defesa da categoria dos agentes de trânsito, servidor público comprometido e dirigente sindical combativo, cuja trajetória marcou profundamente as lutas do movimento dos trabalhadores na Bahia e no Brasil.
Presidente do Sindicato dos Agentes de Trânsito de Ilhéus e do Sindicato dos Agentes de Trânsito da Bahia (Sindatran-Ba), Valério dedicou sua vida à organização da categoria e à defesa de um serviço público de qualidade, gratuito e comprometido com o povo. Foi também vice-presidente da Fetran (Festival Estudantil Temático de Trânsito) e secretário da CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística), espaços em que atuou com firmeza na construção de uma agenda nacional de valorização dos agentes de trânsito e da mobilidade urbana.
“Valério foi um companheiro de luta exemplar, um homem que fez do sindicalismo uma trincheira em defesa da vida, da classe trabalhadora e do serviço público. Sua partida deixa um vazio enorme, mas também um legado de coragem, solidariedade e compromisso coletivo que seguirá inspirando nossa luta”, afirmou Hilton.
Servidor da Prefeitura de Ilhéus e secretário do Programa Vida no Trânsito (PVT), Valério foi um dos fundadores do sindicato local e participou ativamente da criação da Autarquia de Trânsito do município. Sua trajetória é símbolo de resistência e compromisso com a vida, com os trabalhadores e com o direito à cidade.
Hilton Coelho ressaltou que a moção é uma forma de registrar o exemplo de Valério Bomfim, cuja atuação ultrapassou fronteiras municipais e ajudou a fortalecer a luta dos agentes de trânsito em todo o país. “A morte de Valério não é apenas uma perda pessoal ou sindical. É a perda de uma voz firme contra o sucateamento do serviço público, contra a precarização do trabalho e pela valorização de quem cuida da mobilidade e da segurança da população. Seguiremos honrando seu legado com luta, coragem e solidariedade”, afirmou.
O deputado Hilton Coelho (Psol) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma moção de solidariedade às comunidades do Complexo da Penha e do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, vítimas da mais letal operação policial da história recente do país. A ação resultou em mais de 130 mortos, incluindo quatro policiais, e deixou centenas de famílias destroçadas — em mais um episódio que, segundo o parlamentar, escancara o genocídio promovido pelo Estado brasileiro contra o povo preto e pobre das favelas.
“O que aconteceu no Rio de Janeiro é uma tragédia anunciada. Uma chacina de proporções inimagináveis, um verdadeiro massacre que não pode ser confundido com política de segurança pública. É a declaração de guerra do Estado contra seu próprio povo”, afirmou Hilton Coelho.
Para o deputado, o episódio evidencia a lógica de Estado de exceção que opera nas periferias, onde “o povo da favela é tratado como inimigo”. Ele lembra que, enquanto trabalhadores, mães e crianças são alvejados, o verdadeiro poder criminoso — o tráfico internacional de armas e drogas — continua sendo operado em gabinetes luxuosos por empresários, militares e políticos com sobrenomes conhecidos, “cujas mansões jamais são sobrevoadas por helicópteros policiais”.
Hilton Coelho foi enfático ao responsabilizar o governador Cláudio Castro, a quem chamou de “o maior chacineiro do país”, por legitimar e celebrar a matança. “Não há paz possível construída sobre o sangue do povo preto e pobre. Não há segurança possível sem justiça social, educação, saúde e dignidade”, declarou.
A moção apresentada também repercute as manifestações de organizações de direitos humanos e da ONU, que exigem investigação rigorosa e denunciam o descumprimento, pelo Brasil, de suas obrigações internacionais de garantia dos direitos fundamentais.
“O que acontece no Rio ecoa em todo o Brasil. Cada bala disparada numa favela carioca atinge também as periferias de Salvador, de Feira de Santana, de Camaçari e de tantas outras cidades. É a política genocida que se espalha, sustentada pelo racismo estrutural e pelo desprezo às vidas negras e pobres”, denunciou o parlamentar.
Hilton defende uma mudança radical na política de segurança pública, com foco em inteligência, investigação, controle de armas, rastreamento de dinheiro e políticas sociais efetivas. “Chega de governantes que tratam o povo como alvo. É urgente construir uma política de segurança com o povo, e não contra ele.”
O parlamentar finaliza afirmando que o mandato do PSOL seguirá atuando em defesa da vida, dos direitos humanos e do povo trabalhador, sem aceitar o silêncio cúmplice diante de mais um massacre.
Antes da sessão especial no Plenário Orlando Spínola, os homenageados e proponentes foram recepcionados pela presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, no Salão Nobre. No local, as autoridades conversaram com jornalistas e falaram sobre as honrarias concedidas pelo Parlamento baiano.
A presidente Ivana Bastos destacou que a Casa vivenciava “uma manhã de festa” com a outorga de duas homenagens a personalidades merecedoras do reconhecimento. O ex-ministro Raul Jungmann recebeu o Título de Cidadão Baiano, proposto na ALBA pelo deputado Júnior Muniz (PT), enquanto a Comenda 2 de Julho foi concedida ao presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Henrique Carballal, por proposição do deputado Roberto Carlos (PV).
“É importante prestar homenagem a pessoas que fazem a diferença, a pessoas que engrandecem o nosso Estado. E esses dois homenageados de hoje engrandecem a nossa Bahia. Fico muito feliz em poder estar aqui e comemorar em dose dupla, na nossa gestão, homenageando homens e mulheres que merecem todos os aplausos da Bahia”, afirmou a chefe do Parlamento baiano.
Natural de Recife (PE), Raul Jungmann — ex-ministro da Reforma Agrária (1999-2002), da Defesa (2016-2018) e da Segurança Pública (2018-2019) e atual diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) — também falou com a imprensa ao chegar à ALBA e revelou sua ligação familiar com a Bahia.
“Meu avô por parte de mãe é baiano de Salvador, eu estou simplesmente retomando essa linhagem. É uma felicidade imensa que não cabe no coração por receber esse título de cidadão baiano. Das homenagens que recebi, essa fica em primeiro lugar, porque representa muitíssimo para mim e porque essa terra representa muitíssimo para o Brasil”, disse.
O deputado Júnior Muniz afirmou sentir-se honrado pela homenagem concedida ao ex-ministro. “É um grande homem que fez muito pela Bahia e pelo Brasil como ministro da Defesa e que hoje representa a mineração no país. Sem sombra de dúvida, estou muito feliz por esta justa homenagem a este homem que tanto fez pelo nosso país”, declarou Muniz.
Homenageado com a Comenda 2 de Julho, Henrique Carballal falou sobre a responsabilidade de receber a mais alta honraria do Parlamento estadual. “Em primeiro lugar, precisamos honrar o compromisso de vida com o povo da Bahia. Em segundo, honrar a confiança que os deputados, representantes desse povo, nos concedem no dia de hoje. Isso nos traz uma responsabilidade ainda maior”, afirmou o presidente da CBPM e ex-vereador de Salvador.
Autor da proposta que concedeu a comenda, o deputado Roberto Carlos ressaltou a contribuição de Carballal para o setor mineral da Bahia. “Acompanho Carballal desde o início de sua trajetória política. Foi vereador quatro vezes em Salvador, também professor, um exímio educador, e tem feito muito pela Bahia e por Salvador”, justificou o parlamentar.
Em concorrida sessão especial realizada na manhã desta quinta-feira (30), a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) concedeu honrarias a duas personalidades que marcaram o serviço público e contribuíram, de diferentes formas, para o desenvolvimento socioeconômico do país.
Sob os olhares de diversas autoridades, o Parlamento estadual outorgou o Título de Cidadão Baiano ao ex-ministro da Segurança Pública, do Desenvolvimento Agrário e da Defesa Nacional, Raul Belens Jungmann Pinto — atual diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) —, e entregou a Comenda 2 de Julho ao presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Henrique Santana Carballal. As homenagens foram propostas pelos deputados Júnior Muniz (PT) e Roberto Carlos (PV), respectivamente.
No Plenário Orlando Spínola, a cerimônia foi conduzida pela presidente da ALBA, deputada Ivana Bastos, primeira mulher a liderar a Casa do Povo em mais de 190 anos de história. Após a composição da mesa de honra e a execução do Hino Nacional pela banda de música do Comando do 2º Distrito Naval, a chefe do Legislativo exaltou a trajetória pública dos homenageados. Ivana deu o tom da solenidade, destacando o papel crucial da mineração na era moderna e na transição energética, além de enaltecer as contribuições dos condecorados.
Sobre Jungmann, a presidente ressaltou que ele é uma das vozes mais respeitadas na defesa dos minerais críticos e da transição energética. Enfatizou, ainda, o merecimento do Título de Cidadão Baiano pela afinidade do ex-ministro com a Bahia e pelo compromisso com o Brasil. “Seja bem-vindo, ministro Raul Jungmann, à Bahia da independência, da cultura e da força produtiva — estado que lidera o Nordeste e inspira o Brasil com sua energia, diversidade e capacidade de transformar desafios em oportunidades. Que este título simbolize o carinho de um povo que valoriza o trabalho, a ética e a dedicação de quem serve ao país”, afirmou.
A presidente também reconheceu a sensibilidade dos autores das proposições e destacou as qualidades do outro homenageado. Sobre Henrique Carballal, Ivana ressaltou a atuação do novo comendador à frente da CBPM, evidenciando ações voltadas à identificação e criação de condições para o desenvolvimento mineral e à atração de investimentos para o processamento dos recursos dentro do estado. “Hoje, com justa razão, ele recebe a Comenda Dois de Julho, símbolo maior do reconhecimento do povo baiano àqueles que trabalham pelo nosso desenvolvimento”, salientou Ivana.
Antes do pronunciamento da presidente, os homenageados foram conduzidos ao plenário por uma comitiva formada pelos proponentes e pela deputada Fabíola Mansur (PSB), logo após a entrada do Afoxé Filhos de Gandhy no recinto. A entrega do Título de Cidadão Baiano a Jungmann foi feita por Júnior Muniz e pela filha do homenageado, Júlia Jungmann. Já a Comenda Dois de Julho foi entregue a Henrique Carballal por sua esposa, Beatriz, e pelos filhos Gabriela, Maria e Miguel.
DISCURSOS DE AGRADECIMENTO
Em seu pronunciamento, Raul Jungmann agradeceu a homenagem e o carinho da Casa Legislativa, refletido na concessão do Título de Cidadão Baiano. O ex-ministro afirmou estar honrado em ter podido contribuir para o fortalecimento da economia baiana, em especial no campo da mineração — setor que, além de gerar riqueza, considera um alicerce de desenvolvimento e transformação social.
“A mineração da Bahia não é só uma atividade econômica, é parte da alma produtiva deste Estado, sendo a energia que move cidades, gera empregos, cria oportunidades e irradia progresso. A mineração é símbolo de trabalho, de renovação e da capacidade baiana de olhar para frente com coragem e responsabilidade”, afirmou o diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração.
Já Júnior Muniz destacou que a homenagem é um reconhecimento à trajetória de trabalho e ao empenho de Jungmann em diferentes áreas da política. Para o deputado, é uma honra ter o ex-ministro como conterrâneo. “Quero dizer que nós, baianos, estamos orgulhosos por tê-lo agora como um novo baiano. Ontem o senhor me disse que já se sentia baiano e que seu avô era baiano. Está aqui resgatando uma trajetória familiar. Seja bem-vindo à nossa Bahia”, afirmou Muniz.
Autor da homenagem ao presidente da CBPM, Roberto Carlos destacou que Carballal é um cidadão que serve de inspiração à classe política por sua dedicação à causa pública e aos ideais ligados à educação. “Conceder a mais alta honraria da Casa é um privilégio conferido pelo Parlamento baiano, em reconhecimento aos investimentos por ele realizados — resultado do trabalho de alguém que compreende a política democrática, o direito e a educação como ferramentas de desenvolvimento e valorização de um povo”, afirmou o deputado.
Em seu discurso, o mais novo comendador da Bahia agradeceu à Assembleia Legislativa pela aprovação da lei que alterou o nome da empresa para Companhia Baiana de Produção Mineral e afirmou que a medalha aumenta sua responsabilidade em construir uma gestão que promova mais crescimento ao setor da mineração. “A Bahia é o maior investidor em pesquisa mineral do Brasil, e temos a certeza de que vamos avançar cada vez mais, porque estamos na ponta de lança da transição energética”, frisou.
COMPOSIÇÃO DA MESA
Além dos homenageados, compuseram a mesa de honra o vice-governador Geraldo Júnior, representando o governador Jerônimo Rodrigues; o ex-ministro da Defesa (2019–2021) e atual vice-presidente do Ibram, general Fernando Azevedo; o desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia, Baltazar Miranda; e o promotor de Justiça e corregedor administrativo do Ministério Público do Estado, Roberto de Almeida Borges Gomes, representando o procurador-geral de Justiça, Pedro Maia.
Também integraram a mesa o desembargador Maurício Kertzman Szporer, representante do presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, desembargador Abelardo da Matta; os vereadores de Salvador Randerson Leal e Maurício Trindade; a coordenadora da Especializada de Instância Superior, defensora Walmart Pimentel, representando a defensora pública geral do Estado, Camila Canário; a presidente da Associação Comercial da Bahia, Isabela Suarez; e o presidente da Agência Nacional de Mineração, Mauro Souza.
Representantes de comunidades ciganas de vários municípios baianos realizaram, na manhã desta quarta-feira (30), o 1º Grito dos Povos Ciganos da Bahia, na Assembleia Legislativa do Estado (ALBA), em Salvador. O ato teve como objetivo apresentar propostas e reivindicar políticas públicas voltadas à segurança, cultura e direitos humanos das populações ciganas. A mobilização contou com a presença da deputada Olívia Santana (PC do B), que reforçou o apoio às pautas do movimento e anunciou o pedido de uma audiência com o secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner, para discutir as formas de abordagem policial às comunidades ciganas. “É a primeira vez que as comunidades ciganas da Bahia realizam um ato desse porte. Eles estão apresentando propostas e exigindo respeito. Pedi uma audiência com o secretário Marcelo Werner para que as lideranças ciganas possam ser ouvidas”, afirmou a parlamentar.
Durante o ato, as lideranças denunciaram o preconceito e a generalização que atingem o povo cigano. Segundo elas, situações de discriminação e violência institucional ainda são comuns, especialmente em operações policiais. “Se um cigano comete um crime, toda a comunidade é acusada de ser criminosa. É um preconceito muito pesado que precisa acabar”, disse Olívia Santana. Entre as principais pautas apresentadas estão a criação de protocolos de abordagem mais respeitosos, o reconhecimento das tradições culturais e a garantia de políticas públicas específicas para os povos ciganos na Bahia.
ENCAMINHAMENTOS
Os representantes entregaram um conjunto de propostas formais às autoridades presentes. O documento pede o fortalecimento do diálogo com órgãos do governo e a inclusão das comunidades em programas estaduais de segurança, educação e cultura. Também foi destacada a importância do projeto de lei apresentado por Olívia Santana, que propõe a criação do Dia Estadual da Mulher Cigana — medida voltada ao reconhecimento e valorização das mulheres desse grupo étnico. A deputada afirmou que pretende acompanhar pessoalmente as negociações com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) e outros órgãos do Estado. “As pessoas afetadas precisam reagir, precisam lutar. E é isso que os ciganos estão fazendo aqui hoje: fazendo valer seu direito legal”, completou.
MARCO HISTÓRICO
O 1º Grito dos Povos Ciganos da Bahia foi considerado um ato histórico por lideranças e participantes. É a primeira vez que representantes de diferentes comunidades se reúnem em um movimento estadual unificado para reivindicar direitos e apresentar propostas diretamente ao poder público. Com faixas, cartazes e músicas tradicionais, o ato simbolizou também um gesto de afirmação cultural.