Com o sol se apagando lentamente, em mais uma tarde de outono, a lua nova iluminou a noite da terça-feira (16), anunciando a chegada antecipada da Festa de São João na ALBA. Passava das 18h, quando os sons da banda do cantor e forrozeiro Will Coelho começaram a animar a confraternização junina, tradicional arrasta-pé que … Leia Mais
Com moções de congratulações, o deputado José de Arimatéia (Republicanos) saudou os municípios de Serrinha, Saubara e Itabela, que comemoraram aniversário de emancipação no último final de semana. No sábado, dia 13, Serrinha completou 150 anos de emancipação política e teve suas origens lembradas pelo deputado. Ele destacou que a localidade era habitada inicialmente pelos … Leia Mais
A deputada Ludmilla Fiscina (PSD) parabenizou o município de Cícero Dantas pela passagem dos 151 anos de fundação e emancipação política, celebrados em 9 de junho. Em moção de congratulações protocolada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a parlamentar destacou a trajetória histórica da cidade e sua importância para a região nordeste do estado. Localizado … Leia Mais
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, recebeu, na tarde dessa terça-feira (16), a visita do embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo, que está cumprindo, em Salvador, uma extensa agenda com representantes de movimentos sociais, gestores educacionais e autoridades estaduais. Acompanharam a visita do diplomata, realizada no Gabinete da … Leia Mais
“Tudo, tudo na Bahia faz a gente querer bem, a Bahia tem um jeito que nenhuma terra tem”. Tomando emprestado versos da música “Você já foi à Bahia”, de Dorival Caymmi, o advogado, gestor público e atual diretor-presidente da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), Eracy Lafuente, manifestou sua alegria ao receber, na … Leia Mais
A passagem da data magna de Lajedo do Tabocal, Serra do Ramalho, Mulungu do Morro, Caturama, Lagoa Real e Novo Horizonte mereceu destaque na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), através da presidente Ivana Bastos, que registrou moções de congratulações, saudando os moradores e contando um pouco da história e do desenvolvimento local. Os seis municípios baianos completaram, no último dia 13 de junho, aniversários de 37 anos de emancipação política. Ela solicitou à Casa que dê ciência da homenagem às respectivas prefeituras e câmaras de vereadores, além da Executiva Estadual do PSD.
Sobre Lajedo do Tabocal, o documento inicia com a frase famosa “Nesta terra, em se plantando, tudo dá”, atribuída a Pero Vaz de Caminha, informando ao Rei de Portugal a exuberância do solo e a perfeição do clima tropical das terras “que viriam a se tornar, mais de cinco séculos depois, o município”. Anota, entre outros aspectos, “a excelência da adaptabilidade de seu solo para o plantio de culturas importantes, a exemplo do café, o feijão, mandioca, fumo e outras”, além da valorização da cultura local, sobretudo o calendário de festas populares.
Na moção dedicada a Serra do Ramalho, localizada no Vale do São Francisco, a parlamentar define o povo como resiliente e guerreiro, cuja “saga é sinônimo de resistência e o seu espelho reflete a imagem da superação”, numa referência à sua origem, na década de 70, a partir da população desalojada da área destinada à construção de Sobradinho. A deputada cita melhorias que contaram com a atuação do seu mandato, como o Complexo Policial Civil e Militar, pavimentação e calçamento de ruas, aquisição de ônibus escolar e ambulância, e obras de água e energia elétrica.
A presidente igualmente retrata a parceira mais recente entre o seu mandato e os poderes públicos de Mulungu do Morro na moção dedicada ao município, citando as áreas de educação e infraestrutura urbana. Entre outros aspectos, lembrou que o nome se deve à abundância da árvore mulungu na região, conhecida por sua beleza e propriedades medicinais, e que sua economia é baseada na agricultura familiar, pecuária e comércio. Também informou que seu povoamento, na Chapada Diamantina, está ligado à ocupação de vaqueiros e posseiros, além de historicamente habitada por povos indígenas, e marcada pela busca por riquezas minerais.
A história de Caturama é destacada pela parlamentar a partir da descoberta de metais preciosos nas nascentes do Rio Paramirim, primeiro por exploradores portugueses e depois por bandeirantes. A pessedista também ressalta que a devoção católica marcou a formação da comunidade, dando origem ao Arraial de São Sebastião de Macaúbas. Também anota que Caturama é de origem tupi-guarani, que remete à fertilidade da terra e à prosperidade. “Buscamos devolver o carinho de sua gente, levando obras que buscam a melhoria da segurança e da qualidade de vida da população”, escreveu Ivana.
No tributo a Lagoa Real, a presidente da ALBA observou que, juntamente com a vizinha Caetité, a riqueza do seu solo com minerais de terras raras, notadamente o urânio, “aponta para razoáveis perspectivas de crescimento”. Ela também sublinhou, na história local, a visita da chamada Coluna Prestes, movimento liderado pelo capitão do Exército Brasileiro e líder comunista Luís Carlos Prestes, “que percorreu mais de 25 mil quilômetros pelo interior do Brasil, por 13 estados, em resistência ao então presidente do país, Arthur Bernardes (1875 – 1955)”.
Já sobre Novo Horizonte, a deputada define que a saga da cidade “é um exemplo clássico de como o trabalho e a confiança em sua gente podem ser determinantes na definição de seus próprios desígnios e até mesmo na construção da história do município”. Salientou sua trajetória de desenvolvimento, riquezas naturais — especialmente os recursos hídricos e minerais — e origem histórica ligada ao garimpo e ao comércio regional, além de expressar “sua honra em levar obras para o município, que contribuirão para a qualidade de vida da população”.
“É uma grande alegria homenagear esta terra pela qual tenho profundo carinho e uma especial relação de afetividade, onde construí grandes amizades e sempre fui recebido com respeito e generosidade por seu povo”. Esta afirmação foi feita pelo deputado Pedro Tavares (UB) em uma moção de congratulações protocolada, na Casa Legislativa, homenageando o município de Barra, que nesta terça-feira, dia 16, completa 153 anos de emancipação político-administrativa.
Na moção, Pedro Tavares destaca a história da localidade, iniciada por volta de 1670, quando um curral da Casa da Torre, de Dias d’Ávila, foi implantado nas barrancas do Rio Grande, exatamente onde suas águas se juntam às do rio São Francisco. “Surge aí a Fazenda da Barra do Rio Grande do Sul”, contou o legislador.
De acordo com ele, a povoação cresceu e, em 1752, transformou-se na vila de São Francisco das Chagas, da Barra do Rio Grande do Sul, porém o novo status só foi efetivado no ano seguinte, em 1753. Por mais de 70 anos, a vila de São Francisco das Chagas, da Barra do Rio Grande do Sul, esteve subordinada a Pernambuco e depois a Minas Gerais. Só depois que o Brasil se tornou independente de Portugal, Dom Pedro I, Imperador do Brasil, incorporou à Província da Bahia a Comarca do Rio São Francisco com sede na Vila da Barra.
A Vila da Barra foi promovida à cidade em 16 de junho de 1873, como Cidade Florescente da Barra do Rio Grande. No mesmo ano, reduziu-se a denominação e passou a ser chamada Barra do Rio Grande. Em 1931, ficou apenas Barra.
A economia barrense tem como pilares a agricultura familiar, a pecuária, a pesca e o comércio, atividades que movimentam a economia local e garantem o sustento de milhares de famílias. Além disso, o município se destaca pelo turismo religioso e cultural, atraindo visitantes que encontram em Barra um patrimônio histórico valioso e uma população acolhedora e hospitaleira.
“Neste momento festivo, desejo ao município de Barra e à sua população muita saúde, paz, prosperidade e contínuo desenvolvimento, para que a cidade siga avançando e proporcionando mais qualidade de vida aos seus cidadãos. Parabéns, Barra, pelos seus 153 anos de emancipação política. Que esta data especial seja motivo de orgulho para todos os barrenses e de celebração pelas conquistas alcançadas ao longo de sua história”, afirmou Pedro Tavares.
O deputado Ricardo Rodrigues (PSD), em moção de congratulações apresentada na anais da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), parabenizou os 153 anos de emancipação política do município de Barra, que serão comemorados nesta terça-feira (16).
“Celebrar mais um aniversário de emancipação política de Barra é valorizar a trajetória de um povo resiliente e trabalhador, que constrói com esforço e esperança um futuro promissor para sua cidade. É digno de reconhecer o empenho de seus gestores, lideranças políticas e comunitárias, bem como de cada cidadão barrense, que, com trabalho, dedicação e amor à sua terra, contribuem diariamente para o crescimento e fortalecimento do município. Essa união de esforços tem sido essencial para consolidar Barra como um importante polo regional, com destaque para suas atividades econômicas, especialmente ligadas ao comércio, à agricultura e ao turismo.”, declarou o parlamentar.
Ricardo Rodrigues disse ainda que a cidade de Barra, localizada na confluência dos rios São Francisco e Grande, no Oeste da Bahia, é um importante polo histórico, cultural e econômico da região. “Com população acolhedora e tradição centenária, Barra se destaca por sua rica história, que remonta ao período colonial, e por sua contribuição para o desenvolvimento da Bahia”, afirmou.
“Neste momento de celebração, é imprescindível enaltecer não apenas as conquistas já alcançadas, mas também renovar a esperança em um futuro ainda mais promissor, com desenvolvimento sustentável, inclusão social e oportunidades para todos. Que esta data sirva de inspiração para que as próximas gerações continuem escrevendo a história de Barra com responsabilidade, compromisso e orgulho de suas raízes”, concluiu o deputado Ricardo Rodrigues.
O deputado Angelo Coronel Filho (Republicanos) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), duas moções de congratulações parabenizando os municípios de Lagoa Real e Muquém do São Francisco, que completam 37 anos de emancipação política neste sábado (13).
No documento, o parlamentar ressaltou que a luta do povo lagoa-realense pela conquista da autonomia. “O povoado de Lagoa Real se formou no século XIX em fazenda de mesmo nome, anteriormente pertencente ao latifúndio da Casa da Ponte. O povoado foi elevado à categoria de freguesia, dentro da cidade de Caetité, por meio da Lei Provincial no 2.211, de 16 de julho de 1881. Um importante episódio da história lagoa-realense foi a passagem da Coluna Prestes que, evitando a sede municipal de Caetité, atacou o então distrito. A economia de Lagoa Real tem como base a agricultura e a pecuária e tem uma das maiores jazidas de urânio do Brasil”.
Conhecida como a “Terra da Vaquejada”, o município localizado na Região Sudoeste da Bahia, no Alto Sertão, tem cerca de 14 mil habitantes. “Pelos importantes motivos expostos, é que venho prestar esta justa homenagem ao Município de Lagoa Real e ao seu povo, pela passagem dos seus 37 anos de fundação”, afirmou.
HOMENAGEM
Já em relação ao município de Muquém do São Francisco, localizado na Mesorregião do Vale São-Franciscano, que celebra 37 anos de fundação, o parlamentar prestou uma homenagem destacou a trajetória de formação da cidade, que atualmente abriga mais de 10 mil habitantes, segundo dados do censo do IBGE de 2022.
No documento, Angelo Coronel Filho resgatou as origens do povoado, impulsionado por tropeiros e garimpeiros vindos da Chapada Diamantina em busca de gado e pedras preciosas nos estados de Goiás e Mato Grosso. “Durante as travessias em pequenas balsas de madeira pelo Rio São Francisco, esses viajantes costumavam acampar em um pequeno vale de árvores frondosas”, descreveu.
A abundância de caça e pesca na região fez com que as margens do rio se tornassem um ponto de parada constante. O nome do município, de origem indígena, nasceu justamente dessa rotina. Os viajantes descobriram que a madeira das árvores locais era ideal para “muquiar” (defumar) os alimentos, garantindo a conservação das carnes para o restante da viagem. O local de descanso ficou conhecido como Muquém, batizando a atual cidade.
“Pelos importantes motivos expostos, é que venho prestar esta justa homenagem ao município de Muquém do São Francisco e ao seu povo”, justificou o deputado.
Quatro municípios da base eleitoral de Marcinho Oliveira (PDT) fazem aniversário de emancipação política neste sábado (13) e o parlamentar comemorou apresentando moções de congratulação na Assembleia Legislativa. Serrinha é a localidade mais antiga, completando 150 anos de fundação. Caturama, Itatim e São Domingos chegam aos 37 anos.
Em todas as manifestações, Marcinho revelou o prazer de representar os municípios na Assembleia Legislativa, reafirmando “o compromisso de atuar como interlocutor junto às esferas estadual e federal, buscando políticas públicas e recursos que promovam o desenvolvimento sustentável, ampliem as oportunidades de emprego e renda e melhorem a qualidade de vida de toda a sua população”.
Sobre Serrinha, ele disse que a história remonta a tempos anteriores à própria colonização portuguesa, considerando o período em que a região era habitada pelos indígenas beritingas, da nação cariri. Em 1646, prossegue o pedetista, os jesuítas chegaram e iniciaram o processo de catequização. No Século XVII, foi aberta a Estrada das Boiadas, que ligava Salvador ao Rio São Francisco, fazendo com que a localidade passasse a sediar fazendas de gado, integrando-se às rotas comerciais do interior baiano.
“Ao completar 150 anos, apresento esta moção de congratulações como profunda homenagem ao povo serrinhense — uma gente que, desde os tempos dos indígenas beritingas e dos tropeiros da Estrada das Boiadas, soube construir uma cidade de referência no Nordeste baiano, com fé, trabalho e um sentido profundo de comunidade”, afirmou Marcinho.
Na moção para Caturama, o pedetista festejou a data de emancipação político-administrativa do município, “conquistada com muita luta e determinação pelo seu povo”. Ele conta que o nome da localidade advém do tupi, com a junção de katu (bom) e rama (onde), “podendo ser traduzido como o que será bom, boa sorte, boa terra ou ainda local às margens de um bom rio”. Para ele, a pluralidade de significados reflete, com precisão, a riqueza e a diversidade de um povo que soube construir sua história nas margens férteis do Rio Paramirim.
A ocupação efetiva do território municipal pelos portugueses remonta à metade do século XVIII, impulsionada pela descoberta de jazidas de ouro nas nascentes do Rio Paramirim por bandeirantes provenientes de São Paulo. “Com o assentamento das primeiras casas e a edificação de uma capela dedicada a São Sebastião, surgiu o Arraial de São Sebastião de Macaúbas — embrião da atual sede municipal”, contou.
Em relação a Itatim, o autor da moção afirmou que o município tem suas raízes fincadas em uma “história de encontros, resistências e construção coletiva”. A estrada de ferro foi instalada em 1879, originando-se no local o povoado de Tanquinho — nome derivado de um tanque de formação rochosa existente no local —, tendo as famílias Vieira Gomes e Rebouças como pioneiras dessa organização comunitária. A ferrovia permitiu o escoamento da produção agrícola para as cidades de Cachoeira e Salvador, além de viabilizar o transporte de passageiros, integrando a região ao restante da Bahia.
Por fim, o deputado destacou que nome de São Domingos está intimamente ligado à devoção religiosa de seus pioneiros. No ano de 1926, informa o legislador, o coronel Francisco Pedreira e sua esposa, D. Amélia Pedreira, adquiriram uma grande fazenda na região, então pertencente ao município de Conceição do Coité. Devotos de São Domingos, os proprietários batizaram a fazenda com o nome do santo de sua devoção — e foi em torno dessa raiz de fé que, ao longo das décadas seguintes, foi se formando a comunidade que viria a dar origem ao município.